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Rede social lançada no Brasil destina parte do lucro para projetos sociais e ambientais

Fundador da nova rede esteve em Florianópolis e conheceu o projeto Revolução dos Baldinhos, na Chico Mendes

Redação ND
Florianópolis
15/08/2017 às 15H31

Criada em 2014 com a perspectiva de destinar parte dos seus lucros para o financiamento de projetos sociais e ambientais, a rede de internet Sokhrates está sendo lançada no Brasil a partir de Florianópolis. Até o dia 15 de agosto o italiano Rosario Scuteri, criador da plataforma semelhante ao Facebook, participa de reuniões e conferências com autoridades públicas e representantes de instituições, para divulgar e buscar parcerias para a plataforma.

Projeto Revolução dos Baldinhos foi criado em 2008 - Fabio Queiroz/Divulgação/ND
Projeto Revolução dos Baldinhos foi criado em 2008 - Fabio Queiroz/Divulgação/ND



Scuteri, que antes de idealizar a rede Sokhrates atuava como empresário do ramo imobiliário, afirma que a ideia é que ao menos 70% dos recursos obtidos com  publicidade sejam destinados  a projetos nas áreas de proteção à infância, limpeza dos oceanos e rios, reconstrução de zonas atingidas por catástrofes, preservação de florestas e dos animais, educação, cultura, saúde e inovação na área de tecnologia verde. “Queremos agregar milhões de pessoas por meio desta nova rede social com o intuito de sustentar projetos humanitários, mas também iniciativas inteligentes para a preservação do próprio planeta.”

Revolução dos Baldinhos

Na segunda-feira (14) Scuteri, em companhia de Rodolpho Schlickmann, gerente no Brasil da Sokhrates, estiveram no bairro Chico Mendes, na região continental de Florianópolis, para conhecer o projeto Revolução dos Baldinhos.

A ação, que foi criada em 2008 como uma forma de diminuir os problemas decorrentes do acúmulo de resíduos orgânicos por meio da técnica de compostagem e a promoção da agricultura urbana, envolve atualmente 150 famílias da comunidade. “Eu já conhecia este projeto, que está dentro da linha de ética do Sokhrates, que busca iniciativas com aspectos humanitários, trabalhados em comunidades, que envolvam as crianças e promovam a integração das famílias. Nossa pretensão é financiá-los à medida que os recursos comecem a entrar na rede”, disse Schlickmann na ocasião. 

Caso a parceria com a Sokhrates seja viabilizada, destaca a coordenadora comunitária Ana Karolina da Conceição, os recursos obtidos possibilitarão remunerar os professores que atualmente auxiliam no projeto e oferecer bolsas de estudos aos alunos participantes. Outra proposta, disse, é criar no local uma cooperativa de reciclagem e beneficiamento de materiais. “Essa ajuda é muito válida e veio em boa hora”, comemorou.

Também estiveram presentes no encontro a equatoriana Sara Oviedo Fierro, ex-vice-presidente do Comitê dos Direitos da Infância da ONU e embaixadora da Sokhrates no mundo; a espanhola Marta Esteban, diretora do Conselho Independente de Proteção da Infância e gerente-geral da Sokhrates; e a venezuelana Raxi Daxmaz Rodrigues, relações públicas internacional da Sokhrates.

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