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Recompensa de R$ 500 para quem encontrar suspeito que matou transexual em Florianópolis

Delegado pediu a prisão preventiva de Greison Isidoro da Silva, que teve sua foto divulgada nas redes sociais

Colombo de Souza
Florianópolis
23/04/2017 às 23H53

O mistério sobre o assassinato da transexual Jennifer Célia Henrique, de 37 anos, entre a noite de 9 de março e a madrugada seguinte, no bairro Ingleses, deve ser desfeito na manhã desta segunda-feira (24) na Delegacia de Homicídios, em Florianópolis. O delegado Eduardo Mattos vai explicar os motivos que o levaram a pedir a prisão preventiva de Greison Isidoro da Silva, 22. A fotografia do suspeito foi divulgada pelo delegado no último sábado (22) e viralizou na internet.

Polícia pede ajuda da população para prender Greison - Divulgação/ND
Polícia pede ajuda da população para prender Greison - Divulgação/ND


Junto à imagem do procurado estão números de telefones para serem acionados, caso alguém localize o suspeito. Um empresário do balneário dos Ingleses está oferecendo recompensa de R$ 500 para quem obtiver informações que levem ao paradeiro de Greison.

Jenni, como era chamada pelos amigos, foi vista com vida pela última vez na noite de 9 de março, uma quinta-feira. O corpo foi encontrado na manhã seguinte em um terreno baldio, próximo a um supermercado, ao lado de dois porretes de madeira sujos de sangue. Segundo o delegado, o suspeito é morador de rua.

“Queremos saber a motivação do crime", disse Joice Silveira, 45, amiga da vítima. Ela lembrou que Jenni era a mais nova dos seis filhos do casal Orivaldo Alvim Henrique e Célia Silva Gauterio, ambos com 75 anos. “Era ela quem fazia tudo em casa. Depois do assassinato da filha, a mãe ficou doente”.

>> Suspeito de matar transexual em Florianópolis tem mandado de prisão temporária decretado

De acordo com amigos da transexual, naquela fatídica quinta-feira Jenni saiu de casa à tarde para vender produtos de beleza. Passou em uma lotérica e, no início da noite, foi para casa jantar. Após a refeição, ela se arrumou, deu um beijo na mãe e disse que iria sair. Mas não retornou mais.

Joice contou que Jenni era muito querida nos Ingleses e afirmou que o sentimento de familiares, amigos, admiradores e militantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) é o pedido de Justiça.

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