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Quinto suspeito de matar e queimar corpo de médico é preso nesta segunda-feira, em Timbó

O latrocínio ocorreu há nove dias, quando o grupo torturou a vítima para que ela passasse seus dados bancários

Redação ND
Florianópolis
25/06/2018 às 20H23

O quinto suspeito de envolvimento no latrocínio de um médico de 64 anos em Timbó, no dia 16 de junho, foi preso pela Polícia Civil nesta segunda-feira (25). A informação foi confirmada pelo delegado Raphael Werling, da Polícia Civil do município. O suspeito tem de 20 anos e estava em Timbó.

Quatro suspeitos do crime já haviam sido capturados até a manhã desta segunda-feira - Reprodução/RICTV
Quatro suspeitos do crime já haviam sido capturados até a manhã desta segunda-feira - Reprodução/RICTV


O médico anestesista estava desaparecido há nove dias. Segundo informações da Polícia Civil, ele teria sido vítima de latrocínio (roubo seguido de morte). O corpo de Cleonildo de Oliveira foi encontrado na região do Morro Azul, na divisa de Timbó com Pomerode. A vítima era natural de Maceió (AL) e morava em Santa Catarina há mais de três décadas.

Até a manhã desta segunda, quatro pessoas já haviam sido presas suspeitas de terem cometido o crime, que envolveu quatro homens e uma mulher. Segundo a polícia, a jovem tinha um relacionamento com a vítima e teria sido a mentora intelectual do crime. Ela seria garota de programa e teria atraído o médico para a residência dela. Lá esperavam os quatro homens, que o torturaram a fim de conseguir seus dados bancários.

Um laudo do IML (Instituto Médico Legal) apontou que Cleonildo foi morto por asfixia. Após o assassinato, o grupo levou o corpo para o Morro Azul e o queimou.

O carro do médico foi encontrado abandonado em Timbó. Dentro dele havia marcas de sangue e duas toucas balaclava. "Eles foram para roubar a vítima. Do que se apurou, já haviam planejado matá-lo para fazer o roubo com êxito e não serem identificados", afirmou o delegado Rodrigo Marchetti. Como não conseguiram chegar ao apartamento do médico, os suspeitos levaram apenas um celular e o dinheiro de sua carteira.

Médico de 64 anos foi morto no dia 16 de junho - Reprodução/RICTV
Médico de 64 anos foi morto no dia 16 de junho - Reprodução/RICTV


Com informações da RICTV Record SC.

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