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Polícia Federal apura denúncia de crime eleitoral em Florianópolis

Promotor de Justiça flagrou eleitores abastecendo cinco veículos, sendo que quatro deles possuem a plotagem de um candidato. Procedimento policial de crime eleitoral foi instaurado

Equipe ND
Florianópolis
02/10/2016 às 14H19

Atualizada, 01h50

Um promotor de Justiça denunciou um suposto crime eleitoral no posto de combustível Rita Maria, sábado à noite, no Centro de Florianópolis. Os ocupantes dos veículos foram encaminhados para a Polícia Federal onde um procedimento foi instaurado.  Após abastecer o seu carro, o promotor de Justiça foi pagar o combustível quando percebeu que outras pessoas portavam os tickets, que estariam identificados em nome do candidato. 

Veículos foram levados para a Superintendência da Polícia Federal  - Divulgação/ND
Veículos foram levados para a Superintendência da Polícia Federal - Divulgação/ND



Ele comunicou a Polícia Civil, que pediu apoio para a Polícia Militar. Os veículos são: Palio, Corsa, Ford Ka, Logan e Uno. Quatro, dos cinco automóveis levados à Superintendência da Policia Federal, na Avenida Beira Mar Norte, estavam plotados com o adesivo do candidato Marcos Aurélio Espíndola, o Badeko, onde foram fotografados pelos agentes.

Inicialmente, a informação era de que a Polícia Civil teria detido o candidato a vereador, mas essa notícia não foi confirmada. Todos os ocupantes dos veículos foram ouvidos. O delegado de plantão não quis falar com a imprensa, porque estava no meio do procedimento, que seguiu pela madrugada. A reportagem entrou em contato com a assessoria de Badeko, que informou que o advogado entraria em contato, mas até as 14h15, ninguém retornou. O caso foi encaminhado ao juiz eleitoral na manhã deste domingo. 

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