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Polícia Civil de Natal identifica quatro suspeitos no latrocínio de PM catarinense

O crime ocorreu por volta das 21h de 26 de março, quando o casal de policiais catarinense passava férias na praia de Genipabu, zona Norte de Natal

Colombo de Souza
Florianópolis
03/04/2018 às 21H03

Os envolvidos no assassinato da policial militar catarinense Caroline Pletesch, 32, e da tentativa de homicídio no marido dela, o sargento PM Marcos Paulo da Cruz, 43, em uma pizzaria, em Natal, no Rio Grande do Norte, já estão identificados e com as prisões decretadas. O crime ocorreu por volta das 21h de 26 de março, quando o casal de policiais catarinense passava férias na praia de Genipabu, zona Norte de Natal.

Um dos suspeitos que invadiu a pizzaria foi morto pelo Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) segunda-feira à noite (2) no Gramoré, bairro de Lagoa Azul, Zona Norte de Natal, onde havia informações de que a quadrilha estaria lá. “O outro é um adolescente que completa 18 anos em julho”, revelou, por telefone,  o delegado Rysklest Factore, da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa de Natal.

De acordo com Rysklest, o Celta de cor cinza que resgatou os dois envolvidos no latrocínio (a arma do PM foi roubada) pertence à Xuxinha, Irmã de Yuri Torres Lima de Souza, 18, morto em confronto com o Bope. Na ocorrência foram capturados os irmãos Hugo Vinícius Ângelo da Silva, e Ítalo Fernando, que estavam dando guarida para Yuri. Segundo o delegado, os irmãos foram presos por porte ilegal de arma. “Foi apreendida um revólver no telhado da casa da mãe deles”, contou.

Câmeras

O delegado disse, ainda, que Yuri é o canhoto que aparece nas imagens da câmera de videomonitoramento da pizzaria correndo com um revólver na mão esquerda. “Foi esse quem matou a policial”.  “O outro comparsa, que aparece correndo ao lado de Yuri, é o adolescente que entrou em luta corporal com o sargento".  

Segundo Rysklest, o Celtinha era dirigido por Xuxinha, ou pelo cunhado de Yuri, conhecido por Verto. “Todos estão foragidos”.  Conforme o delegado, quando os assaltantes invadiram a pizzaria logo perceberam o volume do revólver por debaixo da camisa de Marcos Paulo e o adolescente foi para cima dele.

Neste  momento ocorreu luta corporal e a arma do sargento caiu no chão. Quando Caroline pegou uma cadeira para defender o marido, Yuri juntou o revólver e deu o tiro fatal na soldado que morreu no local. Marcos também foi atingido por três tiros, mas sobreviveu. Ele passou por cirurgias para retirar os projétis no corpo. Esta semana o sargento deverá ser transferido para Chapecó, Oeste do Estado, onde mora. 

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