Publicidade
Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018
Descrição do tempo
  • 25º C
  • 17º C

Piscina em que criança morreu após cabelo ser sugado tem 60 cm de profundidade

Menina ficou submersa por seis minutos na piscina infantil de um hotel em Balneário Camboriú, depois do ralo de filtragem sugar seu cabelo

Redação ND
Florianópolis
17/07/2017 às 19H43
Imagem mostra ralo igual ao da piscina em que aconteceu o acidente - RICTV/Reprodução
Imagem mostra ralo igual ao da piscina em que aconteceu o acidente - RICTV/Reprodução


A piscina em que morreu a menina Rachel Rodrigues Novaes Soares, de 7 anos, tinha apenas 60 cm de profundidade, informou o Corpo de Bombeiros. O caso ocorreu às 15h30 de domingo (16), em um hotel em Balneário Camboriú. A criança brincava no local quando teve o cabelo sugado pelo ralo do sistema de filtragem. Ela ficou submersa por seis minutos.

Rachel estava hospedada no hotel com a família, que é de São Paulo. No momento do acidente, ela brincava em uma piscina infantil coberta e aquecida. “Essa piscina é infantil, tem apenas 60 cm de profundidade, então realmente foi causado pelo efeito do ralo, que deixou a criança presa”, disse o tenente Walter Neto, do Corpo de Bombeiros.

O primeiro atendimento foi feito por um guarda civil que estava de folga no local. Além dos bombeiros, o Samu também foi acionado. Apesar das tentativas de reanimação, o óbito foi confirmado ainda no local. “Foi um atendimento muito rápido. O local é próximo da nossa sede. Em menos de dois minutos a nossa ambulância já estava realizando os procedimentos”, comentou o tenente Neto.

Lei ainda não foi regulamentada

Uma lei estadual de 2015 determina advertências, multas e até interdição de piscinas irregulares, mas por ainda não estar regulamentada, a fiscalização não acontece.

Conforme o Corpo de Bombeiros, a piscina do hotel estava regularizada. Construído em 2008, o espaço não precisaria seguir as regulamentações estaduais recentes. Uma instrução normativa dos bombeiros militares de Santa Catarina de cerca de três anos regulamenta as piscinas coletivas, exigindo que os ralos desses locais tenham um sistema anti sucção.

O advogado do hotel afirmou que foi prestado todo o apoio à família da criança no momento do acidente e que o ralo não é irregular.

O corpo da menina foi liberado ainda no domingo pelo IML de Balneário Camboriú e a família retornou à cidade de São Paulo.

Com informações da RICTV.

Publicidade

0 Comentários

Publicidade
Publicidade