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Segunda-Feira, 19 de Novembro de 2018
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Pesca ilegal será alvo de operação em Florianópolis

Peixes mortos apareceram na praia de Jurerê nesta semana e secretário atribuiu à pesca ilegal

Redação ND
Florianópolis

Representantes da Secretaria de Pesca, Maricultura e Agricultura e da Floram (Fundação Municipal do Meio Ambiente) se reuniram nesta quinta-feira (21) com o superintendente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) em Santa Catarina, para afinar ações para coibir a pesca irregular.

Segundo a prefeitura de Florianópolis, a reunião foi motivada por dezenas de queixas de entidades que congregam pescadores a respeito da pesca ilegal, e por isso o secretário de Pesca, Maricultura e Agricultura, Roberto Katumi Oda, resolveu intensificar a fiscalização.

Na segunda-feira (18), peixes mortos apareceram na beira da praia de Jurerê, no Norte da Ilha, incidente que o secretário atribui à pesca ilegal.

:: Pesca ilegal pode ter matado peixes em Jurerê ::

:: Banhistas encontram peixes mortos na orla de Jurerê, em Florianópolis, na manhã desta segunda ::

Brenda Mendes/Divulgação/ND
Peixes mortos apareceram na praia de Jurerê

 

Katumi afirmou que não acredita na hipótese de a mortandade ter sido provocada pela contaminação da água. “A Fatma praticamente já descartou essa possibilidade com os testes feitos na praia. Acreditamos que a principal causa realmente seja a pesca de arrasto, que, com as iscas de pequeno tamanho, acabam escapando da rede já mortos, algo muito comum no nosso litoral”, disse.

Outra reunião será realizada em 16 de fevereiro, com a presença de representantes da Capitania dos Portos e da Polícia Ambiental, para esquematizar uma Operação Presença e tentar coibir a ação ilegal de pescadores, que acontece em larga escala ao longo da costa.

“Queremos juntar forças para combater a pesca de arrasto, uma das principais causadoras do descarte de iscas vivas que, com a correnteza, acabam chegando à beira da praia. O próximo passo é fazer um levantamento de quantas embarcações temos disponíveis para a ação e, o quanto antes, realizá-la com apoio de outros órgãos”, disse Katumi.

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