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Terça-Feira, 23 de Outubro de 2018
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Novos taxistas de Florianópolis definem pontos onde vão trabalhar

Secretaria de Transportes realizou sessão na tarde de quinta-feira (27). Os primeiros classificados optaram pelas sete vagas do aeroporto

Maiara Gonçalves
Florianópolis

Fernando Mendes/ND

Fernando Martins foi o primeiro colocado na licitação e escolheu vaga no aeroporto

Depois de toda a polêmica envolvendo a licitação dos 200 novos táxis na Capital, a Secretaria de Transportes, Mobilidade e Terminais realizou a sessão pública para a escolha dos pontos na tarde desta quinta-feira (27) na sede da Fecomércio, Centro da Capital. As dez liminares recebidas pela prefeitura, de candidatos que se sentiram prejudicados, serão mantidas sub judice até o julgamento do mérito, segundo o secretário e vice-prefeito, João Batista Nunes. Os demais 80 táxis entrarão em operação entre quatro e seis meses, dependendo de avaliação da secretaria.

De acordo com Nunes, os primeiros carros já estarão em circulação em 30 dias. “Até o Carnaval, esperamos que todos os 120 estejam em operação”, diz. Nunes explicou que, após a escolha dos pontos, os classificados terão que apresentar toda a documentação necessária para obter o alvará e colocar os carros para trabalhar. “Na semana que vem, das 8 às 18h, a secretaria fará um mutirão para receber os documentos”, lembra o vice-prefeito.

Conforme o assessor jurídico da secretaria, Rodrigo Graciosa, antes de obter o alvará, os veículos passarão por uma vistoria para comprovar todas as especificações técnicas que os taxistas informaram durante o processo licitatório. “Os candidatos que apresentaram os carros mais bem equipados receberam mais pontos e agora eles têm que comprovar”, informou.

Fernando Martins ficou na posição número um na licitação e foi o primeiro a escolher o lugar em que queria trabalhar. Como já se esperava, os primeiros colocados optaram pelas sete vagas no Aeroporto Internacional Hercílio Luz. “Escolhi o aeroporto porque é mais seguro para trabalhar”, explicou Martins. Do lado de fora da sala, o ex-taxista, agora empresário do ramo de venda de taxímetros, Vilmar José Araújo, já esperava por Martins e os demais classificados para faturar. “Estou querendo vender um monte, né!”, justificou.

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