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Sexta-Feira, 16 de Novembro de 2018
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Os 70 dias do governo Raimundo Colombo

Em entrevista exclusiva, governador fala sobre prioridades, SDRs, SC-Parcerias e investimentos

João Meassi
Florianópolis
Daniel Queiroz/ND
Raimundo Colombo avaliou os primeiros 70 dias de governo e falou de planos para o futuro.

 

Para o governador Raimundo Colombo (DEM), o governo tem que estar assentado em três pilares: resultado administrativo, nível de satisfação da população e a mídia, que dá o norte e o ensina a andar mais rápido. “A gente precisa ser cobrado para ter a solução dos problemas”, destacou, durante visita que fez nesta quinta-feira ao Grupo RIC, acompanhado de dez secretários de Estado.

 

Confira a entrevista com o Governador

>>Notícias do DiaQuais serão as prioridades de investimento com esse R$ 1 bilhão que vai sobrar no final dos 120 dias?
Raimundo Colombo - Isso nós só vamos dizer em maio. Nesse momento ainda estamos analisando. Deixamos de gastar R$ 500 milhões. Acho que a meta de um bilhão de economia será alcançada. A partir dai vamos decidir onde aplicar essa resultado do contengenciamento.


>>ND A expectativa do senhor com referência ao desempenho SC Parcerias é grande, particularmente em relação às PPPs? O senhor acha que prosperam essas parcerias público privadas?
Colombo- Nós temos duas questões. Uma que era um problema e hoje não é mais: o dinheiro da Europa está migrando para cá. O crescimento lá está baixo e o capital está vindo para nós. É muito grande o número de empresas que nos procuram para fazer essa parceria. Elas vêm todo dia nos oferecer, mas nós estamos estudando, como vamos fazer um modelo hospitalar, um modelo prisional, de rodovias. Depende muito do governo federal. Eles vão fazer a 470? Se vão, então não é prioridade para nós. Se não vão, ai temos que achar um modelo de PPP. Outro lado é um limitador que é a cultura catarinense e brasileira de PPP não é favorável.


>>ND O presidente da SC-parcerias falou em atrair Fundos Privados e Fundos Privados Internacionais para celebrar PPPs?  É real esta possiobilidade?
Colombo - É possível sim. Eles estão disponíveis. Eles querem investir. Nós estamos estudando, mas depende dessa questão do governo federal. Um dos projetos que queríamos deflagrar é a 470. Eles nós dizem: está no PAC, nós vamos fazer. Essa sintonia tem que existir.


>>ND O senhor afirmou que o tripé do governo é: resultado administrativo, grau de satisfação popular e mídia. Dá para explicar melhor?

Colombo - A relação do governo tem que se sustentar no desempenho administrativo, convivência harmônica com os demais Poderes, que eu chamo de harmonia política, e uma harmonia com os veículos de comunicação, que é um elemento fundamental no trabalho da gente.


>>ND Nesses 70 dias o que deu para conhecer do governo e o que falta conhecer?

Colombo - Deu para conhecer muito. As pessoas, as ações que estão sendo desenvolvidas e ainda estamos na fase de discutir as prioridades. Eu não estou com pressa nessa fase porque não podemos errar. Nossa meta é acertar.


>>ND O senhor tem algum política que queria implantar nas 36 SDRs?

Colombo - As Secretarias Regionais não devem ser ter a posição de execução. Tem que ser uma função de coordenação, de definição de prioridades, de uma atuação mais de integração nas regiões, fazer com que o pessoal trabalhe em conjunto. Não é uma função de execução, de fazer obras. É realmente de construir o elo entre as prefeituras e as prioridades.

 

Matéria completa na edição desta sexta(11) do jornal Notícias do Dia

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