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Quarta-Feira, 19 de Setembro de 2018
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Museu é nova opção em Tijucas

Cultura. Espaço conta a história da cidade, sua gente e seus costumes

Marcos Horostecki
Tijucas

Marcos Horostecki/ND
Museu tem nove salas que contam a história da cidade

Tijucas - A formação do território de Tijucas, os costumes do povo, a cultura, o lazer e a história da família Gallotti estão em exposição desde a semana passada no mais novo museu de Santa Catarina. O Museu Tijucas abriu suas portas no primeiro andar do Casarão Gallotti e completa o projeto que começou com a restauração do local, em 2009. O acervo em exposição, composto por painéis com fotos e informações, material audiovisual e mais de uma centena de peças e documentos históricos, foi organizado com a ajuda de uma pesquisa da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina) e pela integração de um museólogo ao quadro de funcionários do município.

“O ministro Luiz Otávio Gallotti sempre teve em mente que a destinação do Casarão, depois de doado ao município e restaurado, seria comunitária e cultural. Creio que atingimos esse objetivo”, comemorou o representante da família Gallotti na comissão de restauração, Paulo Gallotti. Segundo a secretária de cultura do município, Adriana Porto Faria, o museu estará em constante transformação e permite ao povo de Tijucas ter orgulho de suas raízes e sua história. “Contar a história de Tijucas é resgatar o que ela representa para cada um de nós”, avaliou.

O museu tem ao todo nove salas, onde o visitante pode fazer um passeio por diversos momentos da cultura, da história e do desenvolvimento da cidade em mais de 150 anos. As salas falam da formação do território, das emigrações, da formação do povo, da vida cultural, das tradições, da culinária e da família Gallotti. Entre os destaques está a sala destinada à gastronomia e a que trata das tradições culturais e retrata a devoção do povo ao Divino Espirito Santo. As salas destinadas à história dos Gallotti, proprietários do Casarão, são um espetáculo à parte, com destaque para o romance entre Catarina Gallotti e João Bayer Filho, família rival à dos Gallotti e para os trabalhos de restauro do local. O museu fica aberto de terça-feira à sexta-feira, de 9h às 17h30, sem fechar ao meio dia e nos finais de semana entre 13h e 18h.

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