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MPSC cobra solução da prefeitura para corte de telefones em creches e escolas da Capital

As linhas telefônicas das unidades educacionais e dos quatro Conselhos Tutelares do município foram cortadas devido a uma dívida de R$ 1,5 milhão

Redação ND
Florianópolis
30/06/2017 às 20H01

O MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), por meio da 9ª e da 15ª Promotorias de Justiça da Comarca da Capital, cobrou da administração municipal uma solução para a falta de telefone para os quatro Conselhos Tutelares e para as escolas e creches públicas de Florianópolis. O serviço, prestado pela operadora Oi, foi suspenso por falta de pagamento de uma dívida de R$ 1,5 milhão, referente ao período de 2013 a 2016, segundo a prefeitura. Até terça-feira (27), pelo menos 40 das 115 unidades municipais de educação de Florianópolis estavam com as linhas de telefone cortadas.

Com o corte dos telefones fixos, escolas e creches precisam recorrer a celulares - Arquivo/ND
Com o corte dos telefones fixos, escolas e creches precisam recorrer a celulares - Arquivo/ND


As duas Promotorias de Justiça, ambas com atuação na área da infância e juventude, cobraram, nesta semana, cada uma em sua atribuição específica, soluções da administração municipal.

A 9ª Promotoria de Justiça encaminhou ofício à secretaria de assistência social do município para que a situação dos Conselhos Tutelares seja resolvida em cinco dias. Já a 15ª Promotoria de Justiça requereu ao prefeito Gean Loureiro (PMDB) informações e a adoção de providências em relação ao corte nos telefones das unidades educativas da rede pública municipal de Florianópolis, em 10 dias. Os ofícios foram recebidos, respectivamente, nesta sexta-feira (30) e na quarta-feira (28).

>> Linhas de telefone são cortadas em unidades municipais de educação de Florianópolis

De acordo com a prefeitura, "todas as unidades escolares estão com telefones", pois receberam celulares para realizar ligações. Enquanto isso, continuam podendo receber ligações nos números que foram cortados. A prefeitura informou ainda que irá realizar um novo processo licitatório, que deve demorar no mínimo quatro semanas. Quanto aos Conselhos Tutelares, garante que o problema com as linhas deve ser resolvido na próxima semana.

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