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Quarta-Feira, 26 de Setembro de 2018
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Moradores do Morro da Mariquinha estão inseguros

Reunião entre Defesa Civil e comunidade nesta sexta (16) deve definir como as famílias serão atendidas

Saraga Schiestl
Florianópolis
Foto Débora Klempous/ND
Defesa Civil e moradores encontram-se nesta sexta-feira para discutir a demolição de cinco casas

 

As cinco famílias que receberam o aviso da necessidade de demolição de parte de suas casas, afetadas pelo deslizamento de uma pedra terça-feira (13), no morro da Mariquinha, em Florianópolis, estão inseguras. Moradores atingidos diretamente pela tragédia não querem assinar a licença para destruição das moradias antes de receberem garantias da prefeitura de Florianópolis. Uma reunião entre comunidade e Defesa Civil acontece nesta sexta-feira (16), para definir como as famílias serão compensadas pelas perdas.

"Queremos ter alguma garantia. Saber que essas pessoas vão ter condições de viver em um lugar digno”, apontou o vigia Valdemir Cardoso, que questiona os R$ 300 que seriam oferecidos pela prefeitura às famílias para custear os aluguéis das novas casas. “Se esses moradores procurarem uma casa como a que eles tinham aqui, a despesa não fica por menos de R$ 1.800”, comparou, lembrando que as famílias têm uma renda per capta que poucas vezes ultrapassa os R$ 1.000.

No mais recente levantamento da Defesa Civil, 12 edificações foram interditadas, sendo que destas cinco precisam ser demolidas imediatamente. Esse número pode chegar a 15 interdições se estudos determinarem que outras três moradias também podem ser afetadas diretamente por uma vegetação caso a outra pedra realmente caia.

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