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Moradores de rua não deixam a região da cracolândia entre Florianópolis e São José

Segundo a PMF, em operação na manhã desta sexta, das 11 pessoas que estão morando sob o viaduto da Via Expressa, dez já estavam lá desde a última operação e ninguém quis receber encaminhamento

Marina Simões
Florianópolis
19/07/2018 às 20H01

A MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), Comcap (Autarquia de Melhoramentos da Capital), PM (Polícia Militar), Guarda Municipal e as secretarias de Assistência Social e de Saúde de Florianópolis realizaram uma operação de abordagem a moradores de rua na manhã desta quinta-feira (19) em Capoeiras, na região conhecida como cracolândia. De acordo com a prefeitura da Capital, das 11 pessoas que foram abordadas sob o viaduto da Via Expressa na rua Josué Di Bernardi, dez já estavam lá desde a última operação, realizada no dia 11 de julho. Nenhuma delas quis encaminhamento para os programas de assistência, segundo a prefeitura.

Durante a ação, foram removidos 6.150 kg de resíduos volumosos do local, que é um ponto de descarte irregular. Entre os materiais encontrados estavam roupas velhas, pedaços de móveis, madeiras, entulho de construção e sucata de carrinhos de supermercado. Segundo a Comcap, é difícil precisar se a origem do que foi retirado nesta manhã são os moradores de rua ou a própria comunidade.

Há onze meses, o MPSC comanda uma força tarefa com o objetivo de dar o encaminhamento devido aos moradores de rua que vivem na região, na tentativa de manter o local limpo e sem pessoas vivendo lá. No entanto, as ações realizadas parecem não surtir o efeito desejado, uma vez que as pessoas que vivem na área não a deixam e o acúmulo de lixo continua.

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