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Ministério da Saúde confirma 1,1 mil casos de sarampo no Brasil

Embora não tenha registros da doença, SC participa de campanha nacional de vacinação contra sarampo e poliomielite

Redação ND
Florianópolis
08/08/2018 às 17H13

A vacina contra o sarampo é a única forma de prevenir a doença - Tomaz Silva/Agência Brasil/Divulgação/ND
A vacina contra o sarampo é a única forma de prevenir a doença - Tomaz Silva/Agência Brasil/Divulgação/ND

O Ministério da Saúde revelou em boletim publicado nesta semana que o país já registra 1,1 mil casos confirmados de sarampo, sendo 788 no Amazonas e 281 em Roraima. Há ainda casos considerados isolados em São Paulo (1), no Rio de Janeiro (14), no Rio Grande do Sul (13), em Rondônia (1) e no Pará (2).

De acordo com a pasta, pelo menos 5.058 casos permanecem em investigação no Amazonas e 111 em Roraima. Além disso, até o momento, cinco óbitos por sarampo foram confirmados no país – quatro em Roraima (três em estrangeiros e um em brasileiro) e um no Amazonas (em brasileiro).

SC participa da campanha de vacinação

Santa Catarina participa da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite e Sarampo que começou na última segunda-feira (6) e vai até 31 de agosto. O Dia D de mobilização nacional está marcado para o dia 18 (sábado), quando todos os postos de saúde estarão abertos das 8h às 17h. 

Segundo a Dive (Diretoria de Vigilância Epidemiológica), todas as crianças de um ano a menores de 5 anos de idade devem comparecer a uma das 1.102 salas de vacinação de todos os 295 municípios catarinenses, que estarão com suas equipes mobilizadas para a campanha. A meta é vacinar pelo menos 95% do total de 339.800 crianças catarinenses dessa faixa etária.

Conforme a Dive, o objetivo da campanha é vacinar todas as crianças de 1 a 4 anos, 11 meses e 29 dias, formando uma barreira sanitária, captando também aquelas que não foram vacinadas ou que não obtiveram resposta imunológica satisfatória à vacinação. O esforço ocorre em virtude do risco de adoecimento e, consequentemente, contribuir para a redução do risco de reintrodução dos vírus da pólio e do sarampo no Brasil.

Em Florianópolis, as regiões que registram a maior baixa de vacinação são o Sul e o Leste da Ilha. Embora a capanha ocorra durante o mês de agosto, as vacinas estarão disponíveis constantemente nos postos de saúde.

Com base em informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, a Agência Brasil formulou as principais perguntas e respostas relacionadas à campanha. Veja abaixo:

Quando e onde ocorre a campanha?
Entre os dias 6 e 31 de agosto, em postos de saúde de todo o país. O Dia D está marcado para 18 de agosto, um sábado.

 Qual o foco da campanha?
Crianças com idade entre 1 ano e 5 anos incompletos (4 anos e 11 meses).

 Crianças que já foram vacinadas anteriormente devem ser levadas aos postos?
Sim. Todas as crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos devem comparecer aos postos. Quem estiver com o esquema vacinal incompleto receberá as doses necessárias para atualização e quem estiver com o esquema vacinal completo receberá outro reforço.

 Qual a vacina usada contra a pólio?
Crianças que nunca foram imunizadas contra a pólio vão receber a Vacina Inativada Poliomielite (VIP), na forma injetável. Crianças que já receberam uma ou mais doses contra a pólio vão receber a Vacina Oral Poliomielite (VOP), na forma de gotinha.

 Qual a vacina usada contra o sarampo?
A vacina contra o sarampo usada na campanha é a tríplice viral, que protege também contra a rubéola e a caxumba. Todas as crianças na faixa etária estabelecida vão receber uma dose da tríplice viral, independentemente de sua situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

 Adultos participam da campanha?
Não. A campanha tem como foco crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos. 

Mesmo não sendo foco da campanha, adultos precisam de alguma das duas doses?
Sim. Conforme previsto no Calendário Nacional de Vacinação, adultos com até 29 anos que não tiverem completado o esquema na infância devem receber duas doses da tríplice viral e adultos com idade entre 30 e 49 anos devem receber uma dose da tríplice viral. O adulto que não souber sua situação vacinal deve procurar o posto de saúde mais próximo para tomar as doses previstas para sua faixa etária.

*Com informações da Agência Brasil

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