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Meu Voto Decide: três desejos de cada um dos 8 candidatos ao governo de Santa Catarina

A pedido do Notícias do Dia os oito nomes que disputam o pleito catarinense escreveram três desejos que almejam para o Estado

Vanessa da Rocha
Florianópolis
05/10/2018 às 20H00

O Notícias do Dia convidou os oito candidatos ao governo de Santa Catarina a compartilhar com os leitores três desejos para Santa Catarina. Cada um deles também enviou uma selfie, publicada nesta edição. Os aspirantes ao cargo de governador do Estado aproveitaram o espaço para defender propostas e reforçar ideais já colocadas durante a campanha eleitoral. Melhorias para a segurança, saúde e educação foram os temas mais citados. Eles também desejaram um Estado mais enxuto e eficiente. Confira o que cada candidato quer para Santa Catarina..

Comandante Moisés (PSL)

Desejo 1: a necessidade de uma mudança de verdade é urgente, e se quisermos não ter vergonha do Brasil que vamos deixar para as próximas gerações, temos que aproveitar o momento que é este. Daqui nascem as políticas públicas que garantirão um Estado mais competitivo, justo, transparente e eficaz para nossos filhos e netos. Colocamos nossa energia, nossa experiência, nossa força de trabalho e nossa fé à disposição para as mudanças que precisam ser feitas. Meu desejo é que possamos desfrutar de um Estado livre da corrupção.

Desejo 2: um Estado que tenha as pessoas como prioridade, oferecendo mais saúde, mais educação, mais segurança e mais infraestrutura.

Desejo 3: um Estado que possa manter um desenvolvimento crescente, gerando incentivos e emprego, renda e bem-estar para o cidadão, bem como uma vida mais digna e que as famílias tenham paz.

Comandante Moisés - Divulgação/ND
Comandante Moisés - Divulgação/ND


 

Décio Lima (PT)

Desejo 1: revolução na educação. Não podemos ser coniventes com o fato de termos um conjunto de indicadores socioeconômicos de destaque e uma evasão escolar de 64 mil estudantes. Propomos um governo que valorize o professor, dobrando o piso, além de reformar as escolas e trazê-las para o século 21 com inovação e tecnologia.

Desejo 2: gerar novos empregos e aumentar a renda. Com 422 mil catarinenses na situação de desemprego, nosso compromisso é ampliar o número de micro e pequenas empresas e renegociar as dívidas com 200 mil MPEs. Vamos criar o Banco do Povo e oferecer crédito barato para gerar emprego e renda, principalmente, para os jovens com o incentivo a criação de startups.

Desejo 3: tornar Santa Catarina um Estado seguro. Vamos ampliar o efetivo da Polícia Militar e Civil através de concurso público e criar o Sistema Único de Segurança Pública/SUSP, integrandos as políticas como mecanismo de combate ao crime organizado. Vamos investir num moderno sistema de inteligência e policiamento ostensivo e implementar 21 delegacias da mulher com funcionamento 24h.

Décio Lima - Divulgação/ND
Décio Lima - Divulgação/ND



 Gelson Merisio (PSD)

Desejo 1: SC tem alguns dos melhores indicadores sociais e econômicos do país, mas pode avançar ainda mais. Meu primeiro desejo é um desenvolvimento regional equilibrado, que permita levar emprego e renda a todos e acabar com a miséria que ainda existe em nosso Estado. É uma missão pessoal minha mudar essa triste realidade.

Desejo 2: outro desejo é fazer de SC o Estado mais seguro do Brasil. Com coragem, é possível tirarmos a sociedade deste regime semiaberto, em que saímos para trabalhar durante o dia e nos trancamos à noite com medo da violência.

Desejo 3: o terceiro é um Estado enxuto, tecnológico, com 1.200 cargos comissionados a menos, sem agências regionais e somente dez secretarias para entregar muito mais em serviços públicos à população. É para isso que quero ser governador.

Gelson Merisio - Divulgação/ND
Gelson Merisio - Divulgação/ND

Ingrid Assis (PSTU)

Desejo 1: o governo passaria a ser exercido pelos trabalhadores através dos conselhos populares. Hoje, os governos e a Assembleia Legislativa estão a serviço do grande empresariado. Isso tem que acabar! Quem deve governar são os trabalhadores e trabalhadoras.

Desejo 2: suspender o pagamento da dívida pública do Estado e acabar com as desonerações fiscais para o grande empresariado que, além de não pagar impostos, recebe todo tipo de isenções fiscais. Destinaremos esse dinheiro para saúde, segurança e educação pública em SC.

Desejo 3: combater o feminicídio e a violência contra a mulher que tem níveis de epidemia em nosso Estado. Para isso, destinaremos recursos da receita do Estado para a luta contra a violência à mulher, criando delegacias de mulheres, casas de abrigos e contratação de profissionais especializados.

Ingrid Assis - Divulgação/ND
Ingrid Assis - Divulgação/ND

Jessé Pereira (Patriota)

Desejo 1: meu anseio por mudança em nosso Estado primeiro é pela necessidade que há de se cumprir o maior dever que o Estado deveria ter com o seu povo, que é o de suprir com excelência o bem-estar do seu povo.

Desejo 2: segundo, é o de pode ver um Estado mais digno, justo e igualitário, onde todos possam desfrutar do mais puro direito constitucional amparado por lei a cada cidadão brasileiro.

Desejo 3: terceiro, é de ver nosso Estado que além de lindo e maravilhoso possa ser também o espelho da renovação política e administrativa de nossa nação, e que haja uma prosperidade inigualável, tornando-se a maior potência nacional. 

Jessé Pereira - Divulgação/ND
Jessé Pereira - Divulgação/ND

Leonel Camasão (PSOL)

Desejo 1: em primeiro lugar, eu desejo a mudança de verdade. Desejo uma ampla renovação na política, na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. Desejo que os velhos políticos e a velha política sejam derrubados pelo povo, nas urnas.

Desejo 2: em segundo lugar, desejo a valorização imediata dos nossos professores e das nossas escolas, para que a juventude possa ter futuro e oportunidades. Não podemos mais ter um governo e uma Alesc inimigas da educação.

Desejo 3: por fim, desejo o fim dos privilégios da classe política, do judiciário e de uma minoria de multimilionários, suas aposentadorias, auxílios-moradia e a farra que fazem com os impostos. Não dá mais para viver assim. É preciso mudar. Com esses três desejos, busco um Estado mais justo e que atenda o povo de Santa Catarina como ele precisa e merece.

Leonel Camasão - Divulgação/ND
Leonel Camasão - Divulgação/ND

Mauro Mariani (MDB)

Desejo 1: restabelecer o equilíbrio financeiro e a capacidade de investimentos do governo será fundamental para que possamos garantir a expansão e o aprimoramento dos serviços de educação, saúde e segurança pública, nossos principais objetivos. Desejamos mudar nosso processo educativo, com professores capacitados e bem-remunerados. Com escolas equipadas e adaptadas às novas tecnologias e com ensino em tempo integral.

Desejo 2: desejamos que a saúde seja ainda mais regionalizada, com o serviço próximo da população. Que a rede hospitalar seja organizada, com processos aperfeiçoados e sem desperdícios.

Desejo 3: na segurança pública, desejamos ver mais policiais nas ruas, combatendo as organizações criminosas, com investimento em tecnologia e equipamentos. Queremos um estado mais seguro, mais educado e saudável por que merecemos. Por que Santa Catarina quer mais e terá nos próximos quatro anos comigo no governo.

Mauro Mariani - Divulgação/ND
Mauro Mariani - Divulgação/ND


Rogério Portanova (Rede)

Desejo 1: que os políticos que traíram suas alianças sejam punidos na urna por sua hipocrisia e descompromisso. Foi para isso que PP e PSDB abandonaram seus candidatos a governador? Uma traição a 15 partidos de quem prometeu palanque a todos outra a quem rompeu apoio presidencial. Quem traiu seus aliados vai trair os eleitores pois não tem palavra.

Desejo 2: que o eleitor de Santa Catarina abandone as velhas oligarquias e seus candidatos familiares e enterre a falta de ética e o descompromisso. Sem retrocessos. Que opte por harmonizar democracia, ética e sustentabilidade, respeitando todo tipo de diversidade, cultural, religiosa, sexual ou ambiental.

Desejo 3: que o eleitor entenda que o futuro de SC será moldado de acordo com o voto neste dia 7 e que somente ele pode romper com este círculo vicioso das tradicionais oligarquias e afastar os políticos corruptos, as escolhas desastrosas e o retrocesso. Em 2018 é 18.

Rogério Portanova - Divulgação/ND
Rogério Portanova - Divulgação/ND

 

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