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Marina chama Alckmin de 'Dilma de calças' e critica aliança com centrão

A candidata disse que o centrão "sempre consegue arranjar um candidato pra chamar de seu" e criticou o desequilíbrio nos tempos de televisão de cada candidatura

Folha de São Paulo
Brasil
24/07/2018 às 22H37

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em sua primeira transmissão ao vivo pelo Facebook, a pré-candidata da Rede à presidência da República, Marina Silva, criticou a aliança do centrão com Geraldo Alckmin (PSDB) e o comparou com a ex-presidente Dilma Rousseff. 

"Pode ter certeza que só mudou o condomínio: o Alckmin já é uma espécie de Dilma de calças", afirmou, ao comparar as alianças da eleição de 2014, quando disputou o Planalto pela segunda vez. "A Dilma se juntou praticamente com os mesmos do centrão, na época estava até com o Cunha, e conseguiu 12 minutos de televisão." 

Em 2014, Marina (então no PSB), decidiu apoiar o candidato tucano Aécio Neves no segundo turno. 

A candidata disse que o centrão "sempre consegue arranjar um candidato pra chamar de seu" e criticou o desequilíbrio nos tempos de televisão de cada candidatura. 

O partido de Marina tem tido dificuldade para fechar alianças e deve contar com apenas oito segundos de horário eleitoral gratuito. 

Já Alckmin, com a adesão, por enquanto informal, do bloco partidário conhecido como "centrão" terá cerca de 4 minutos. 

"As alianças que são feitas geralmente elas são feitas com base em duas coisas entre aqueles que tem identidade programática, coerência politica para disputar o processo eleitoral, ou entre aqueles que tem grandes ambições de poder independente de coerência ou não", afirmou. 

A ex-senadora falou durante trinta minutos e respondeu a perguntas dos usuários da rede social. Ela anunciou que fará nova transmissão na quinta-feira (26), às 17h. 

Questionada sobre quem será seu vice, Marina disse que alianças não estão descartadas, mas que também pode concorrer com uma chapa pura. 

Como possíveis vices da Rede, citou o deputado federal Miro Teixeira (RJ), o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, ou o economista Ricardo Paes de Barros.

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