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Manifestantes contrários à privatização da Petrobras protestam na Capital nesta quarta

O protesto, que ocorreu próximo ao Ticen, no fim da tarde, também defendeu eleições livres e o poder popular

Redação ND
Florianópolis
30/05/2018 às 18H48

No mesmo dia em que 13 postos da Grande Florianópolis receberam gasolina e voltaram a abastecer os veículos, mesmo com limitações, centenas de pessoas tomara as ruas em diferentes municípios. As manifestações se intensificaram durante a tarde o no início da noite e provocaram interdições em ruas e rodovias.

Manifestantes se reuniram no Centro de Florianópolis nesta quarta-feira - Marco Santiago/ND
Manifestantes se reuniram no Centro de Florianópolis nesta quarta-feira - Marco Santiago/ND


Em Florianópolis, o protesto se concentrou no Centro, próximo ao Ticen. Populares ergueram faixas se mostrando contrários à privatização da Petrobras, defendendo eleições livres e apoiando o poder popular.

Em Palhoça, os manifestantes permanecem em uma concentração no km 216 da BR-101. Eles estão lá desde a semana passada. Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o volume de pessoas diminuiu consideravelmente nos últimos dias. Não houve nenhuma interdição da rodovia no local ao longo desta quarta.

No relatório mais recente da PRF, divulgado na noite desta terça-feira (29), havia 616 pontos de manifestação ativos nas rodovias federais brasileiras, enquanto 667 já haviam sido dispersados. Destes, 72 manifestações continuavam em Santa Catarina, onde 35 pontos haviam sido liberadas.

Pontos de ônibus lotados

A situação também foi atípica para quem precisou utilizar o transporte coletivo da Capital. Devido às interrupções das atividades dos trabalhadores do transporte público, a população teve dificuldade para pegar os ônibus no horário previsto.

Pontos de ônibus ficaram lotados no fim da tarde, antes da normalização das linhas de ônibus - Gustavo Bruning/ND
Pontos de ônibus ficaram lotados no fim da tarde, antes da normalização das linhas de ônibus - Gustavo Bruning/ND


Mesmo operando com a frota total, incluindo Executivos, os ônibus circularam apenas das 5h às 8h, das 11h às 14h e das 17h às 20h. Devido a estas alterações, as linhas sofreram longos atrasos e resultaram em pontos de ônibus tomados pela incerteza. Muitas pessoas recorreram a aplicativos de transporte, que apresentaram taxas mais altas devido à demanda.

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