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Livros e carros lideram mercado de produtos usados no país

Estudo apontou que a maioria dos entrevistados acredita que a compra de um objeto usado satisfaz suas necessidades

Agência Brasil
São Paulo (SP)
11/09/2018 às 17H47

Pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelou que livros e automóveis foram os produtos usados mais comprados nos últimos 12 meses. De acordo com os dados, nove entre dez consumidores pesquisados indicou preferência pela economia com a compra de produtos usados em sites ou aplicativos especializados.

Sebo de livros - José Cruz/Agência Brasil
Sebo de livros - José Cruz/Agência Brasil

O ranking dos objetos usados mais comercializados foi encabeçado por livros (54%), seguido por automóveis e motos (43%), eletrônicos e móveis (38%), telefones celulares e eletrodomésticos (36%). Os entrevistados também apontaram que eletrônicos (40%), automóveis (39%) e móveis e eletrodomésticos (36%) foram os objetos mais colocados à venda no período.

O estudo apontou que a maioria dos entrevistados acredita que a compra de um objeto usado satisfaz suas necessidades. Entre os itens mais aprovados estão os livros, com 76% de aprovação; seguido pelos automóveis, com 60%; itens esportivos, como bicicletas (59%); e instrumentos musicais (50%).

Por outro lado, utensílios para cozinha ou itens de cama, mesa e banho têm reprovação de 81% dos entrevistados, que acreditam ser mais vantajoso comprar um produto novo. O mesmo ocorre com os aparelhos celulares com 66% de reprovação; eletrodomésticos, como geladeira, fogão e TV, também com 66%; e roupas e acessórios (65%).

Para a maioria dos entrevistados, a compra e venda de utensílios usados é uma oportunidade de economizar e poupar: do total de entrevistados, 65% deles calcularam suas economias desde que aderiram à prática, sendo 41% no caso de compra e 24% no caso de venda. Entre esses, 92% acreditam que a economia foi significativa para o bolso.

A pesquisa ouviu 824 consumidores acima de 18 anos, de todas as classes sociais, em capitais do país. As perguntas admitiam respostas múltiplas, motivo pelo qual a soma de percentuais ultrapassa 110%.

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