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Sábado, 22 de Setembro de 2018
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Justiça bloqueia R$ 1,1 milhão dos envolvidos na Operação Águas de Palhoça

Liminar acata pedido da promotora Andréa Machado Speck

Redação ND
Florianópolis
Daniel Queiroz/ND
Acusados só foram libertados após o quinto pedido de habeas corpus

A Justiça decretou a indisponibilidade de bens dos envolvidos na Operação Águas de Palhoça. Por meio de liminar, R$ 1,1 milhão estão bloqueados, atendendo ao pedido formulado na Ação Civil Pública de Responsabilidade por Atos de Improbidade Administrativa, ajuizada pela Promotora de Justiça Andréa Machado Speck.

Ficaram indisponíveis os bens de Carlos Alberto Fernandes, Carlos Alberto Fernandes Júnior, o Caco, Luiz Fernando Oliveira da Silva, Allan Pyetro de Melo de Souza, Janaina de Farias e Fábio Ribeirete Silva.

Na liminar, a juíza Lilian Telles de Sá Vieira esclarece que a medida pretende promover o ressarcimento do erário e também a reserva de recursos para a aplicação de eventuais sanções pecuniárias.

O advogado dos envolvidos não foi localizado para comentar o assunto.

 

Lembre o caso

Os três foram presos

12/07 - Valor de R$ 100 mil supostamente é pago pelo empresário Luiz Fernando Oliveira da Silva, dono da Raiz Soluções ao então secretário de Governo de Palhoça, Carlos Alberto Fernandes Júnior, o Caco para a manutenção do contrato da Raiz com a Águas de Palhoça.

15/07 - Gaeco prende em flagrante Caco e Luiz Fernando. Luiz supostamente paga a segunda parte da propina para Caco. O pai de Caco, o engenheiro Carlos Alberto Fernandes, também é preso, acusado de ser o intermediário entre a autarquia e a empresa.

17/07 - Justiça decretada a prisão preventiva dos três envolvidos. Juíza classifica o caso como “nefasto esquema de corrupção”. Segundo o despacho, um valor de R$ 280 mil foi pago como propina pela manutenção do contrato.

02/08 - Ministério Público apresenta denúncia por corrupção ativa e passiva e inclui o ex-superintendente da Águas de Palhoça, Allan Pyetro de Melo de Souza, o sócio da Raiz Soluções Fábio Ribeirete Silva e a servidor pública Janaína Farias entre os indiciados.

08/08 - No quinto pedido de habeas corpus, Justiça liberta Caco, o pai e o empresário Luiz Fernando.

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