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Imagens mostram últimos momentos de vida da professora assassinada em São José

No dia da morte, Salete Ribeiro Martins saiu de seu apartamento e foi em direção ao provável local do crime

Redação ND
Florianópolis
11/04/2018 às 16H16
Câmera mostra Salete chegando ao local onde teria sido morta - RICTV/Reprodução
Câmera mostra Salete chegando ao local onde teria sido morta - RICTV/Reprodução


Imagens de câmeras de segurança mostram os últimos momentos de vida da professora Salete Ribeiro Martins, 65 anos, cujo corpo foi encontrado no domingo de Páscoa em São José. A mulher estava dentro de um armário abandonado na avenida Presidente Kennedy, no bairro Campinas. O caso ainda está sob investigação da polícia.

Segundo o delegado Manoel Galeno, da DIC (Divisão de Investigação Criminal) de São José, o crime está praticamente desvendado. O mandado de prisão preventiva para um dos dois suspeitos já foi expedido.

No dia do assassinato, a professora saiu de seu apartamento e foi em direção ao provável local do crime, um prédio em que aparece solicitando a entrada. Ela gesticula com alguém e logo entra no imóvel, localizado a 400 metros de onde morava. O que as imagens não revelam, mas que a Polícia Civil está perto de descobrir, é quem era essa pessoa que conversava com Salete, por volta das 18h30 de sábado (31), dia anterior à morte, no local em que ela foi vista pela última vez. 

De acordo com os moradores, a câmera de segurança que fica do lado de dentro do prédio, e que poderia revelar a identidade dos autores do crime, não está funcionando.

Principal suspeita de motivação do crime

Salete pretendia comprar um apartamento próximo ao local em que foi encontrada morta. A hipótese, segundo a polícia, é de que ela tenha sido torturada para passar informações bancárias aos suspeitos. O laudo fornecido pelo Instituto Médico Legal apontou que o rosto da professora estava bastante machucado, mas a filha afirma que a conta não foi violada.

Uma das moradoras do prédio em que Salete foi vista pela última vez disse, em entrevista à RICTV Record, que não vê um dos vizinhos desde o domingo de Páscoa. O homem é um idoso que tem um filho que costumava visitá-lo. O apartamento do senhor está trancado por cadeados do lado de fora e não se tem mais informações sobre ele. A testemunha pediu para não ser identificada.

De acordo com o delegado, outros elementos ainda precisam ser confirmados e outras provas serão materializadas para finalizar o inquérito policial. O carro em atitude suspeita que aparece nas imagens de monitoramento no domingo na avenida Presidente Kennedy estaciona sobre a calçada no mesmo lugar onde o corpo da professora foi encontrado. Duas pessoas teriam saído do veículo. Apesar da identificação dos suspeitos, no entanto, é preciso confirmar outros elementos no decorrer das investigações.

Todo o trajeto percorrido pelos suspeitos foi registrado pelas câmeras de segurança, cujas imagens foram cedidas pela Prefeitura de São José.

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