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Terça-Feira, 25 de Setembro de 2018
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Governador Raimundo Colombo anuncia corte de 217 cargos comissionados

Redução vai ocorrer nas Secretarias de Desenvolvimento Regional. Além disso, outros 60 cargos serão cortados com a fusão de agências, proposta que já tramita na Alesc

Stefani Ceolla
Florianópolis

O governador Raimundo Colombo (PSD) anunciou, em entrevista ao Grupo RIC na tarde desta segunda-feira (29), que enviará à Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina) um projeto de lei para reduzir 277 cargos comissionados.

Segundo o governador, a maioria desses cargos pertence às SDRs (Secretaria de Desenvolvimento Regional), totalizando 217 vagas, que não haviam sido preenchidas. Os outros serão cortados com o projeto de fusão de agências e criação da Aresc (Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina) que já tramita na Alesc.

Flávio Tin/ND
O governador reforçou a intenção de fundir a regional da Grande Florianópolis com a região metropolitana

 

O secretário da Casa Civil Nelson Serpa, que acompanhou a entrevista, explicou que o governo "teve a cautela" de não preencher essas vagas, que o governo já planejava extinguir. Em dezembro, com o fim da primeira gestão de Colombo, todos os comissionados das SDRs deixaram os cargos, que não voltaram a ser ocupados em janeiro. A medida é necessária para reduzir gastos com a folha de pagamento, que já superaram o limite prudencial.

O governador reforçou a intenção de fundir a regional da Grande Florianópolis com a região metropolitana, que conta com uma superintendência. Esse projeto também será enviado à Alesc posteriormente, depois do que prevê o corte dos comissionados.

Durante a entrevista, Colombo falou sobre obras de infraestrutura, o momento político e econômico e questões pontuais, como a ponte Hercílio Luz. Garantiu que a obra de recuperação da estrutura está "em seu melhor momento" desde que assumiu o governo, e projetou que até o fim do seu mandato a ponte será concluída e entregue à população.

Em relação à economia, o governador apontou que o mês de junho foi o pior em arrecadação em todo seu governo - o estado arrecadou 2% a mais contra 9% da inflação no período - mas manteve o tom otimista ao garantir que é possível driblar a crise.

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