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Floripa Lilás: evento comemora 12 anos da Lei Maria da Penha nesta terça, em Florianópolis

Programação começou às 10h, em frente à Catedral Metropolitana, no Centro, e segue até as 17h com conversas e atendimentos para as mulheres que passarem pelo local

Redação ND
Florianópolis
07/08/2018 às 15H53
Programação contou com apresentação da banda da PM - Cecília Boeira/ND
Programação contou com apresentação da banda da PM - Cecília Boeira/ND


Em comemoração ao aniversário da Lei Maria da Penha, celebrado no dia 7 de agosto, a CMPPM (Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para Mulher) de Florianópolis, em parceria com outras instituições da Capital, promoveu nesta terça-feira (7) o Floripa Lilás. A abertura das atividades aconteceu às 10h, em frente à Catedral Metropolitana, no Centro. A programação vai até às 17h e conta com uma conversa com a palestrante venezuelana Alejandra Elisa Quintero e atendimentos para as mulheres que passarem pelo local.

“Estamos comemorando os 12 anos da Lei Maria da Penha, seus avanços e também a importância dela para as mulheres. A gente sabe que essa lei veio para ajudar muitas pessoas”, disse a coordenadora da CMPPM, Célia Fernandes. Ela destaca a importância de orientar mulheres, crianças e homens sobre o funcionamento da lei e sobre a violência, que acontece dentro dos lares na maioria dos casos.

Célia explicou que o medo das ameaças feitas pelos agressores ainda é uma grande barreira na hora de denunciar a violência. “Nós temos aqui advogadas prestando assessoria jurídica para mulheres, o CREMV (Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência) e a RAIVS (Rede de Atenção Integral às Pessoas em Situação de Violência Sexual) também estão prestando atendimento e orientando”, contou.

Outro ponto destacado pela coordenadora foi o da independência financeira das mulheres, que precisam ser empoderadas financeiramente também. “Muitas vezes, a mulher não consegue sair de uma situação de violência, pois depende do marido financeiramente. Por isso, é importante incentivarmos esse empoderamento, a independência financeira da mulher. Não podemos nos calar”.

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