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Florianópolis tem buracos de diferentes tamanhos, sinalizados ou escondidos

Secretário de Obras, Luiz Americo Medeiros, disse no início do mandato que seria necessário mais de 1.000 intervenções nas ruas da cidade. Na quarta-feira, ele afirmou que ainda restam mais de 800

Michael Gonçalves
Florianópolis
18/01/2017 às 17H29

No meio das ruas, nos acostamentos, alguns mais fundos, outros mais largos, sinalizados ou escondidos. Assim são algumas das centenas de buracos espalhados por Florianópolis. A Operação Tapa-Buraco, que começou no dia 2 de janeiro, chegou ao Continente nesta quarta-feira (18). No começo do ano, o secretário de Obras da Capital, Luiz Américo Medeiros, disse que a cidade tinha mais de 1.000 pontos que necessitavam de intervenção. Nesta quarta (18), Medeiros estimou que ainda restam cerca de 800 buracos.

 Rua Deputado Fernando Viegas, Ponta das Canas : buracos invadem as calçadas e os pedestres caminham pela rua - Joyce Reinert/ND
Rua Deputado Fernando Viegas, Ponta das Canas : buracos invadem as calçadas e os pedestres caminham pela rua - Joyce Reinert/ND



A prioridade foi atender as ruas da região do Centro e os corredores de ônibus. “Já passamos pela rua Lauro Linhares, na Trindade, rua da Represa, no Itacorubi, em ruas de Ingleses, Jurerê Internacional, Rio Tavares, Ribeirão da Ilha e hoje [ontem] chegamos ao Continente, onde ficaremos até o fim da semana”, explicou o secretário.

Medeiros informou que há ruas sem intervenções há quase 30 anos. Ele disse que o tempo médio para a prevenção é de dez anos. Moradores de Ponta das Canas e Cachoeira do Bom Jesus, no Norte da Ilha, esperam pela Operação Tapa-Buraco. Com depressões de diferentes tamanhos, motoristas precisam ter atenção especial para evitar acidentes.

Algumas crateras são tão antigas que o mato começa a crescer abaixo da impermeabilização. Outras estão sinalizadas com cones ou cavaletes. Um dos exemplos mais gritantes é a sequência de crateras na avenida Luiz Boiteux Piazza, na Cachoeira. Sem receber, uma empresa fez o serviço de drenagem, mas não recuperou a cobertura asfáltica. Um morador colocou uma placa com o valor aproximado da dívida da prefeitura com a empresa.

“Não temos como mensurar quanto tempo leva cada intervenção. Temos buracos de um metro e outros de dez metros. Isso é muito relativo. Mesmo assim, acredito que ainda temos 800 para consertar. Nossa previsão é de terminá-los até o meio do ano, mas a operação é permanente porque os buracos aparecem com as intempéries”, disse Madeiros.

Trabalho no Continente vai até sexta-feira

A Operação Tapa-Buraco chegou ao Continente pela avenida Ivo Silveira. “Vamos recuperar inicialmente as ruas que estão em piores condições. No Estreito e em Capoeiras, a avenida Ivo Silveira e a rua Patrício Caldeira de Andrade; em Coqueiros e Itaguaçu, as avenidas Engenheiro Max de Souza e a Desembargador Pedro Silva, além das demandas acumuladas na secretaria com pedidos de consertos feitos através da ouvidora. A operação acontece até sexta-feira e aos poucos vamos colocando a casa em ordem”, disse o secretário do Continente, Edinho Lemos.

Já o secretário de Obras, Luiz Américo Medeiros, lembra que determinadas ruas precisam de uma recuperação da camada asfáltica. Ele informou que depende da captação de recursos e, por isso, não tem previsão para esse tipo de procedimento.

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