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Fachin vota por liberar candidatura de Lula devido a posição de comitê da ONU

O placar está em 1 a 1. Barroso votou por barrar a candidatura do petista.

Folha de São Paulo
Brasília (DF)
31/08/2018 às 22H30

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Edson Fachin votou no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), nesta sexta (31), por liberar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Planalto, sob o argumento de que o petista obteve uma decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU.

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin  - Marcelo Camargo/Agência Brasil
Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin - Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Diante da consequência da medida provisória do Comitê de Direitos Humanos, [Lula] obtém o direito de paralisar a eficácia da decisão que nega o registro de candidatura. Assento, como fez o relator [Luís Roberto Barroso], a inelegibilidade, e entendo que essa inelegibilidade traz o indeferimento da candidatura”, disse Fachin.

“Contudo, em face da medida provisória obtida no Comitê de Direito Humanos, se impõe, em caráter provisório, reconhecer o direito, mesmo estando preso, de [Lula] se candidatar às eleições presidenciais de 2018”, afirmou.

O placar está em 1 a 1. Barroso votou por barrar a candidatura do petista.

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