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Equipes da Volvo Ocean Race se preparam para a largada rumo ao Brasil

Nova Zelândia é a última cidade a receber a chamada “Fórmula 1 dos mares” antes da partida para a etapa de Itajaí, no Litoral Norte catarinense

Fabiane Paza, ND
Nova Zelândia
19/04/2018 às 14H48

Com uma ponte que se abre para dar passa­gem aos barcos, não se tem dúvida do quanto eles são protagonistas na Vila da Regata da Volvo Oce­an Race em Auckland, na Nova Zelândia. A cidade é a última a receber a chamada “Fórmula 1 dos ma­res” antes da partida para a etapa de Itajaí, no Li­toral Norte catarinense. Desde o dia 24 de fevereiro, o Auckland Viaduct é sede oficial dos competidores, apoiadores e fãs da competição. De passagem pela região, o turista suíço Lothar Frey, decidiu ir à Vila inspirado pela coragem dos competidores. “Saber o que estas pessoas e estes barcos fazem, é inacredi­tável é surpreendente”, conta.

Nos 22 dias - da abertura até o fechamento da Vila - mais de meio milhão de pessoas devem passar pelo espaço. Com expectativa de público máximo no próximo domingo, quando acontece a largada com destino ao Brasil. O movimento de visitantes reforça a identificação da cidade neo­zelandesa com a Volvo Ocean Race. No calendário náutico, são mais de 15 regatas que passam pela cidade por ano. Não por acaso, é considerada a ca­pital mundial dos veleiros.

 

Veleiros estão ancorados em Auckland, de onde partem no domingo - Fabiane Paza/ND
Veleiros estão ancorados em Auckland, de onde partem no domingo - Fabiane Paza/ND



Hoje, é tempo de ver gigantes ancorados. Grandes em tamanho, resistência e missão. Nas águas esverdeadas da baía Harbour, lado a lado, estão os sete veleiros que largaram no dia 22 de Outubro em Alicante, na Espanha. Alvos dos olhares mais curiosos e admirados, da maior parte das fotografias e, principalmente, de todo o trabalho das equipes que têm como missão com­pletar a volta ao planeta, cruzando os oceanos.

“Uma parte do time está trabalhando na manutenção do barco, mas tem a parte tática, a estratégia, nosso navegante está agora mesmo estudando sobre a etapa e todos temos que atu­ar em diferentes áreas para que tudo funcione“, explicou Tamara Echegoyen, uma das responsá­veis por controlar as velas no barco da equipe Mapfre, atual líder na classificação geral da Vol­vo Ocean Race.

Comitiva catarinense troca experiências

 

No domingo, na ceri­mônia que antecede a saída dos veleiros rumo à América do Sul, um ato oficial entre o chefe do executivo de Au­ckland e o prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB) vai representar a passagem da responsabilidade de sede da regata - uma espécie de en­trega de chave faz parte do protocolo.

Na chegada à Auckland, o primeiro compromisso da comitiva oficial de Itajaí foi uma visita à prefeitura da cidade. Uma troca de expe­riências sobre a relevância da competição para quem faz parte do itinerário. “Há um ponto em comum que nos une, que é a Volvo Oce­an Race, Auckland hoje é uma cidade com 1,5 milhão de habitantes, tem toda essa infraestrutura náutica, é uma das principais ativida­des econômicas e lógico que temos muito o que aprender para também desenvolver­mos esta vocação”, pontuou o prefeito de Itajaí.

Na Vila da Regata, ins­pirações também para a montagem da estrutura que será aberta no Litoral Norte a partir do dia 5 de abril, à espera dos velejadores. O se­cretário de turismo, Evandro Neiva, explica: “aqui nós fa­zemos reuniões onde posicio­namos todo esse equipamen­to no nosso layout da Vila em Itajaí. A base técnica é igual em todas as etapas”.

Confira a entrevista com Matine Grael: 

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