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Emergências de dois hospitais da Grande Florianópolis estão com superlotação

Hospital Universitário está com a emergência fechada temporariamente; no Hospital Regional, os atendimentos são feitos bem acima da capacidade

Redação ND
Florianópolis
11/10/2017 às 11H02

Os setores de emergência do Hospital Regional de São José e do Hospital Universitário, de Florianópolis, passam por um problema em comum nesta quarta-feira (11): a superlotação.

No caso do Hospital Universitário, a emergência adulta precisou ser fechada temporariamente. Segundo a direção da unidade, o setor está superlotado desde a noite desta terça (10) e as equipes médicas estão monitorando a situação continuamente para que seja feita a reabertura assim que possível. São mantidos, no entanto, os atendimentos mais urgentes, como os encaminhados pelas equipes do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) e do Corpo de Bombeiros, das UPAs (Unidades de Pronto Atendimento).

No Hospital Regional de São José, a emergência continua atendendo, mas com uma demanda bem acima do normal. Segundo a Secretaria da Saúde de Santa Catarina, a média de internações é de 40 a 50 ao dia, mas atualmente há aproximadamente 80 pacientes no local.

A Secretaria da Saúde diz que o aumento da demanda se dá pelo grande número de acidentados, casos de viroses e também à crise financeira, que fez com que muitos pacientes trocassem o atendimento particular pelo público.

Em comunicado na porta do hospital, a chefia da Emergência Geral diz que a reanimação está com cinco pacientes e há três na semi-intensiva, sendo quatro entubados com todas as saídas disponíveis.

O comunicado ainda informa que o corredor está superlotado e sem macas para receber novos pacientes. Assim, pede a compreensão para que novos pacientes sejam encaminhados para outras unidades, no prazo de 48 horas, contados a partir do final da tarde desta terça.

Já a Secretaria afirma que todos os que procuram a unidade estão sendo atendidos conforme o protocolo de Manchester de triagem, que classifica a gravidade dos pacientes por meio de pulseiras coloridas, da vermelha (mais urgente) à azul (menos urgente).

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