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Eletrobras lança plano de demissão consensual para desligar 3.000

O plano é válido também para empregados das subsidiárias, entre elas a Eletrosul

Folha de São Paulo
Rio de Janeiro (RJ)
26/03/2018 às 15H57

NICOLA PAMPLONA

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A Eletrobras lançou nesta segunda-feira (26) um plano de demissão consensual com o objetivo de desligar 3.000 funcionários da holding e de subsidiárias. O plano tem como objetivo economizar R$ 890 milhões por ano.

As demissões estavam previstas no plano de negócios da companhia para o período entre 2018 e 2022 e serão focadas na área administrativa. "A possibilidade de desligamento se dá pela crescente automação adotada nas empresas Eletrobras", disse a estatal.

Procurada, a companhia ainda não divulgou as condições oferecidas aos empregados. A nova lei trabalhista prevê que, em demissões consensuais, o trabalhador abra mão de metade de 40% do valor do FGTS que o empregador paga em demissão unilateral sem justa causa. 

O plano é válido para empregados que tiverem no mínimo dez anos de vínculo com a empresa ou alguma de suas subsidiárias Eletrobras Cepel, CGTEE, Chesf, Eletronorte, Amazonas GT, Eletrosul e Furnas.

"A redução no quadro de pessoal busca um alinhamento dos custos da Eletrobras às tarifas, evitando prejuízos operacionais no futuro", afirmou a estatal, em nota divulgada nesta segunda.

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