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Candidato a senador do PSOL defende fim de reeleição para combater a corrupção

Professor Antonio Campos tem forte atuação nos movimentos sociais no interior de SC

Redação ND
Florianópolis
11/09/2018 às 19H40

Com forte atuação em movimentos sociais, o professor universitário Antonio Campos, 54 anos, é um dos candidatos do PSOL ao Senado e foi o entrevistado de ontem no Record News. Ex-vereador de Maravilha, Campos já foi candidato a deputado estadual em 2002 e agora tenta uma vaga no Senado pela primeira vez. Na entrevista, o candidato do PSOL defendeu o fim da reeleição e dos privilégios e a necessidade de um novo pacto federativo.

Para Campos, a reeleição precisa acabar porque “é o princípio da corrupção”, já que a maioria dos políticos envolvidos em escândalos estão há muito tempo da política e criam vícios que acabam se transformando em processos de corrupção. “Então, a não reeleição significa oportunidade para outras pessoas colocarem suas ideias e resolver os problemas que não foram solucionados por quem está no poder”, destacou.

Antonio Campos é candidato ao Senado pelo PSOL - Foto Reprodução/ND
Antonio Campos é candidato ao Senado pelo PSOL - Foto Reprodução/ND

O fim dos privilégios é outra bandeira levantada. “A nossa preocupação em acabar com os privilégios é fazer distribuição de renda, porque permitiremos que toda cadeia produtiva brasileira seja valorizada”, afirmou. Feita a distribuição de renda, o candidato entende ser necessário investir forte em educação. “Mas uma educação de oportunidades iguais, para todo povo brasileiro, para que surjam novas ideias, para que a classe trabalhadora possa ascender a outros espaços que atualmente são negados”, ressaltou.

Campos destacou a necessidade de um novo pacto federativo para evitar a romaria de prefeitos e governador à Brasília. “Temos que inverter os impostos. Temos que arrecadar os impostos do Estado e o excedente mandar para a União”, defendeu o candidato, que entende que a distribuição de recursos com emendas parlamentares é geradora de corrupção e só favorecem esquemas políticos em currais eleitorais.

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