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Candidato a senador de SC, Lédio Rosa (PT) trata de privilégios, violência e investimentos

Graduado em direito e psicologia, ele foi o sabatinado desta quarta-feira na Record News

Redação ND
Florianópolis
05/09/2018 às 20H49

O candidato catarinense ao Senado pelo PT, Lédio Rosa de Andrade, foi o sabatinado nesta quarta-feira (5) no programa BG News, da Record News. Graduado em direito e psicologia, ele respondeu perguntas dos jornalistas Dino Montez e Altair Magagnin, também colunista de política do Notícias do Dia. Lédio falou sobre privilégios, violência e investimentos federais.

Lédio Rosa de Andrade é candidato ao Senado pelo PT - Reprodução/Record News
Lédio Rosa de Andrade é candidato ao Senado pelo PT - Reprodução/Record News


"Vejo que o Brasil está passando por uma profunda crise", afirmou o candidato, logo no início. Se eleito, pretende desenvolver um trabalho social, que considera uma grande motivação de sua vida. Lédio tratou também da repactuação dos valores distribuídos a Santa Catarina. "Nos governos de Lula e Dilma o Estado recebeu muito dinheiro federal", garantiu, reforçando alguns de seus objetos. "Um senador, hoje, tem que lutar por vários tipos de reformas. Uma delas é a política e outra a tributária", disse, reforçando a urgência da última.

O candidato a senador comentou sobre o recebimento de recursos federais por municípios catarinenses. Para ele, é preciso fazer uma redistribuição do orçamento público. "Essa federação mal feita que temos no Brasil é uma tragédia", descreveu. Segundo ele, falta repasse de investimentos ao Estado. "Muito dinheiro público se perde com a corrupção e há o problema da dívida interna e externa", aponta.

A reforma da previdência também foi abordada na sabatina. "A reforma que estão propondo só atinge de forma negativa as pessoas mais humildes - um lado perde muito e outro ganha muito", criticou. Lédio também citou que é contra a atual reforma da previdência, mas defendeu a realização de uma reforma com a qual "todas as partes ganhem".

"Eu sou contra qualquer tipo de privilégio no poder judiciário", comentou, quando questionado sobre benefícios como o auxílio moradia. Para Lédio, os salários de cargos nestas posições devem ser decididos democraticamente, pelo próprio povo.

"Eu compreendo a indignação da população com a política", disparou. "Os que estão indignados têm que pensar que aqueles que estão lá [nos cargos] não estão lá sem voto. Se você é contra [aqueles] políticos, tem que mudar o seu voto", completou o representante do PT.

Por fim, Lédio trouxe soluções objetivas para a violência. "Eu não sou populista", disse. "Violência você resolve com cultura, saúde e emprego", apontou, comparando os resultados positivos registrados em países europeus.

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