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Calçamento irregular provoca pequenos acidentes no bairro Coqueiros, em Florianópolis

Falta de manutenção no pavimento de pedras portuguesas do tipo petit-pavé é mais um obstáculo para quem faz caminhada entre as praias da Saudade, do Meio e de Itaguaçu

Michael Gonçalves
Florianópolis
09/01/2018 às 16H14

Caminhar pela orla do bairro Coqueiros, na região continental de Florianópolis, virou uma prova de obstáculos. A falta de manutenção nas calçadas junto ao mar que liga as praias da Saudade, do Meio e de Itaguaçu, com o piso formado pelas pedras portuguesas do tipo petit-pavé, provoca pequenos acidentes diariamente. Com a vista privilegiada do mar da baía Sul, a calçada é o local mais procurado para a caminhada de centenas de moradores de Coqueiros e de visitantes.

Maria Eduarda, que caminha todos os dias em Coqueiros, fica atenta às deformações da calçada  - Daniel Queiroz/ND
Maria Eduarda, que caminha todos os dias em Coqueiros, fica atenta às deformações da calçada - Daniel Queiroz/ND



Pedras soltas formam grandes buracos. A advogada Maria Eduarda Heinze, 26 anos, caminha todos os dias da praia do Meio até o Parque de Coqueiros e precisa ficar atenta às deformações da calçada. “Percebo que as pessoas com mais idade têm mais dificuldade de andar pelos buracos. O problema são as pedras soltas, que são verdadeiras armadilhas para quem está contemplando a paisagem”, disse.

A pavimentação em pedras portuguesas do tipo petit-pavé em preto, branco e marrom formam figuras no calçadão de Coqueiros. Além do pavimento, um corrimão na curva próximo a casa noturna Trintão oferece risco aos usuários. O professor Roberto Elias dos Santos, 39, quase torceu o tornozelo. “Tropecei no início da praia da Saudade em um buraco pela falta de pedras. Outro perigo é a falta de corrimão no trecho de subida da rua Desembargador Pedro Silva em direção à rua Engenheiro Max de Souza. Várias pessoas andam de bicicleta e também correm pelo local. Alguém que possa perder o equilíbrio pode ter uma queda de cinco metros”, lamentou.

O secretário do Continente, Edinho Lemos, informou que incluiu a revitalização da orla continental no orçamento de 2018. “Vamos revitalizar toda a orla com o projeto Continente de frente para o mar. Além de recolocar as pedras portuguesas e o corrimão, queremos ampliar as calçadas e instalar quiosques na orla”, afirmou.

Em setembro de 2017, comerciantes e moradores do bairro vizinho, Bom Abrigo, se uniram para revitalizar a calçada com o mesmo pavimento de pedras portuguesas. A secretaria forneceu o material e a comunidade entrou com a mão de obra.

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