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Cães farejadores são cada vez mais utilizados na atividade policial em SC

Na última quinta-feira, cães adestrados descobriram 104kg de crack transportados em uma Duster com placas de Curitiba (PR). O motorista preso é um PM do Mato Grosso do Sul

Colombo de Souza
Florianópolis
09/02/2018 às 16H11
O melhor amigo do homem ajuda a combatar o crime organizado - Divulgaçõa/ND
O melhor amigo do homem ajuda a combatar o crime organizado - Divulgaçõa/ND


Cães de faro têm se tornado cada vez mais úteis na atividade policial. Eles chegam aos quartéis com aproximadamente três a quatro meses de idade, normalmente por doação da comunidade ou de algum membro do quartel. A partir de então, passam por uma adaptação temporária de um ano a fim de descobrirem a aptidão. Nesse período, começam os treinamentos realizados pelos membros do canil.

Os treinamentos são próprios para cada função. Alguns são ensinados para farejar drogas e fazer buscas de pessoas, outros para farejar explosivos, pólvora, armas, enquanto outros já são treinados para fazer guarda e proteção.

De acordo com o sargento Iliberto, do 12º BPM de Balneário Camboriú, pode acontecer de o animal não conseguir cumprir a determinação e isto acaba motivando-o mais na próxima missão a ser melhor. “O instinto dele de querer a recompensa faz ele se dedicar ainda mais”, explicou o sargento.

Iliberto afirmou que os farejadores trabalham uma média de oito a dez anos e quando se aposentam podem ficar com o seu responsável do canil. “Mas se não for possível, fica disponível para doações”. Na última quinta-feira, um farejador descobriu 104kg de crack transportados em um Duster, com placas de Curitiba, na BR-101 em Itapema. O motorista preso é um PM do Mato Grosso do Sul. 

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