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Barco com 25 imigrantes e dois brasileiros é resgatado no Maranhão

Acredita-se que os imigrantes sejam de países do continente africano; a Marinha informou que um inquérito administrativo será instaurado para apurar as causas e responsabilidades sobre o caso

Folha de São Paulo
Curitiba (PR)
20/05/2018 às 19H28

ANA LUIZA ALBUQUERQUE

CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - Um barco com 25 imigrantes e dois brasileiros foi resgatado às 23h30 deste sábado (19) no cais de São José de Ribamar (MA).

Acredita-se que os imigrantes, todos homens, sejam de países do continente africano.

Os homens foram atendidos por médicos do Corpo de Bombeiros do Maranhão e receberam água e alimentação - Polícia Federal/Divulgação/R7/ND
Homens foram atendidos por médicos do Corpo de Bombeiros do Maranhão - Polícia Federal/Divulgação/R7/ND


Os homens foram atendidos por médicos do Corpo de Bombeiros do Maranhão e receberam água e alimentação. As informações foram divulgadas pela Marinha em nota.

Segundo o texto, a Polícia Federal e a Marinha colhiam informações no local. Em seguida, os imigrantes foram transportados para um ginásio público designado pelo governo do Maranhão, após atendimento médico na unidade de pronto atendimento do bairro Araçagi.

A Marinha informou que um inquérito administrativo será instaurado para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades sobre o caso.

Em nota, a Marinha relatou que na manhã de sábado, por meio da Capitania dos Portos, tomou conhecimento de que uma embarcação estrangeira, supostamente de bandeira haitiana, estaria a 60 milhas náuticas (cerca de 110 km) de São José de Ribamar. 

No meio da tarde, segundo a Marinha, foi acionado um reboque para resgatar o catamarã Rossana. Por volta das 19h, foram informados de que o barco pesqueiro Tampinha 1 auxiliara os imigrantes com água e alimentos e estava rebocando o catamarã.

O condutor do pesqueiro, ainda de acordo com a Marinha, agradeceu a autorização para atracar as embarcações. "A Marinha tirou um grande peso das minhas costas", teria dito Raimundo Lima Patrício.

Ele afirmou à corporação que não tinha mais como alimentar e dar água aos 27 tripulantes do Rossana. 

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