Publicidade
Terça-Feira, 25 de Setembro de 2018
Descrição do tempo
  • 26º C
  • 18º C

Badeko nega envolvimento no escândalo da Câmara de Florianópolis

O vereador Marco Aurélio Espíndola (PPS) diz que, se for comprovado envolvimento, irá renunciar

Redação ND
Florianópolis


Daniel Queiroz/ND

Badeko esteve na Deic na manhã de quarta-feira

 

O vereador Marco Aurélio Espíndola (PPS), o Badeko,  prestou depoimento na Deic, por volta das 11h dessa quarta (22), e se defendeu da acusação sobre estar envolvido no venda de votos na eleição para a presidência da Câmara de Vereadores de Floriánopolis. "Não estou envolvido. Se for comprovado meu envolvimento, eu renuncio".

Hoje pela manhã, por volta das 9h, o vereador Asael Pereira (PSB) prestou depoimento, na presença de seu advogado, ao delegado Adalberto Luiz Safanelli, da Deic, sobre venda de votos na eleição para a presidência da Câmara de Vereadores de Floriánopolis.

Entenda o caso

O vereador da Capital João da Bega (PMDB) revelou à Polícia Civil que Ricardo Vieira (PcdoB) foi o único parlamentar que lhe pediu dinheiro para votar nele na eleição para a presidência da Câmara. O pedido teria acontecido, segundo o peemedebista, no gabinete da presidência da Casa.
A confirmação foi dada ao delegado Adalberto Luiz Safanelli, que começou a ouvir os vereadores envolvidos no escândalo de compra e venda de votos na Câmara de Vereadores. O primeiro foi João da Bega, candidato governista derrotado para o democrata Jaime Tonello (DEM). “Ele confirmou a informação e disse que há testemunhas. Agora vamos localizar essas pessoas”, disse o delegado.
Pivô do episódio, Bega foi o primeiro a falar que teria recebido a proposta de propina de R$ 300 mil, mas não revelou nomes. “Se o delegado disse não vou negar. Agora só falo no Conselho de Ética”, disse.
Ontem, o presidente eleito, Jaime Tonello (DEM), prestou depoimento no Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais). “A única coisa que prometi para os vereadores foi maior representatividade na Mesa Diretora. Desconheço as denúncias. Ganhei a eleição em um processo democrático”. (Marcelo Tolentino/ND)

Leia mais na edição impressa do Notícias do Dia

Atualizada em 22/12, às 11h20

Publicidade

0 Comentários

Publicidade
Publicidade