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Atos pedem fim do consumo de carne de cachorro na Coreia do Sul

Ativistas se reuniram nos Estados Unidos e em Seul para protestar contra a tradição, que resulta no abate de um milhão de cães por ano no país asiático

Folha de São Paulo
São Paulo (SP)
18/07/2018 às 19H37

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ativistas promoveram atos nesta terça-feira (17) nos Estados Unidos e em Seul para protestar contra o consumo de carne de cachorro na Coreia do Sul. Segundo a ONG sul-coreana ALW (Animal Liberation Wave), cerca de um milhão de cães são abatidos por ano no país.

Manifestantes reunidos em Los Angeles (EUA) - Last Chance for Animals/Divulgação/ND
Manifestantes reunidos em Los Angeles (EUA) - Last Chance for Animals/Divulgação/ND


Para chamar a atenção, manifestantes carregaram, em uma praça de Seul, corpos de filhotes que teriam morrido prematuramente em fazendas de carne.

Em Los Angeles (EUA), o protesto aconteceu em frente ao consulado da Coreia do Sul e contou com a presença das atrizes Priscilla Presley e Kim Basinger. Além de cartazes, os manifestantes também exibiam animais. Manifestação também estava prevista para ocorrer em Washington.

Para os ativistas, o consumo da carne de cachorro é uma tradição que deve ser superada. Dizem ainda que os animais são torturados nas fazendas de carne e mortos de forma cruel.

Tradição em algumas áreas da Ásia, o polêmico consumo de carne de cachorro tem diminuído, especialmente entre os mais jovens, que condenam a prática.

Em junho, na China, aconteceu o festival de Yulin, onde o bicho é o prato principal durante dez dias de evento, apesar da pressão de ativistas.

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