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ANTT não descarta novos atrasos nas obras do Contorno Viário de Florianópolis

Em reunião da Comissão de Transportes da Assembléia Legislativa, o diretor da agência, Jorge Luiz Macedo Bastos, admitiu que os licenciamentos são o principal entrave para a obra

Brunela Maria
São José
06/11/2017 às 18H52

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) não descarta a ocorrência de novos atrasos na construção do Contorno Viário de Florianópolis. Nesta segunda-feira (6), pela primeira vez desde que a data da entrega da rodovia foi prorrogada para 2020, o diretor da agência, diretor geral da ANTT, Jorge Luiz Macedo Bastos, participou de encontro com prefeitos e lideranças da região e prometeu empenho para manter o ritmo dos trabalhos. A reunião, na Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa, também tratou dos problemas vividos pelas comunidades do interior de Biguaçu, que tem as estradas danificadas pelos caminhões utilizados na obra e da polêmica envolvendo o acesso à Tijucas, alterado pela Autopista Litoral Sul, concessionária da BR-101 e responsável pelas obras.

Continuidade do contorno é condicionado as desapropriações e obras complementares - Flávio Tin/ND
Segundo a concessionária, 70% das obras estão em andamento - Flávio Tin/ND


Bastos admitiu, que os licenciamentos e desapropriações e autorizações tem impactado diretamente na construção da rodovia, apontada como alternativa para desafogar o trânsito no trecho da Br-101 entre Biguaçu e Palhoça. Ele também avaliou que o atual ritmo dos trabalhos é satisfatório, não havendo motivos para nenhuma punição contra e empresa. “Se a obra não estiver andando, aí podemos pensar em penalizar os responsáveis, mas o que vemos hoje é que elas estão andando em ritmo acelerado, segundo as constatações das nossas fiscalizações. Mas temos que falar a realidade, nós dependemos de licenciamentos”, destacou.

A Autopista Litoral Sul fez uma apresentação sobre as dificuldades enfrentadas para a execução do projeto. Segundo ela, atualmente, 34 dos 50 quilômetros da rodovia estão em execução, o que corresponde a 70% do empreendimento. Entretanto, há quase 200 áreas pendentes de desapropriação e demora no licenciamento dos túneis da região de Palhoça.

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