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Acidente de trânsito muda em definitivo acesso ao Santa Mônica, em Florianópolis

Acesso a Madre Benvenuta pode ser feito pelo retorno da Rua Professora Maria Flora Pausewang ou pelo Shopping Iguatemi. Alteração causa dúvida entre motoristas em função do semáforo da Byron Barcellos

Michael Gonçalves
Florianópolis
25/06/2018 às 21H48

Um acidente na esquina entre a avenida Professor Henrique da Silva Fontes (trecho final da Beira-Mar Norte) e a rua Byron Barcellos há um mês, entre os bairros Trindade e Santa Mônica, mudou o trânsito daquela região em definitivo. Com a colisão que destruiu dois semáforos, o acesso para quem seguia pela Beira-Mar Norte no sentido Centro-Bairro e tentava acessar o Santa Mônica foi fechado pela Diope (Diretoria de Operação do Sistema Viário). Agora, o acesso à avenida Madre Benvenuta pode ser feito pelo retorno da rua Professora Maria Flora Pausewang, que dá acesso ao Hospital Universitário, ou pelo pátio do shopping. A alteração provoca dúvida entre os motoristas, que não sabem se respeitam o semáforo de acesso à rua Byron Barcellos.

Sem o semáforo, entrada para a rua Byron Barcellos pode ser feita pelo retorno adiante ou pelo shopping - Marco Santiago/ND
Sem o semáforo, entrada para a rua Byron Barcellos pode ser feita pelo retorno adiante ou pelo shopping - Marco Santiago/ND


Para o motorista de aplicativo Renato Marques, 42 anos, o semáforo perdeu o sentido de existir naquele ponto. “Se os carros não cruzam mais a pista, não há motivo de continuar fechado. A gente fica parado e perde tempo, mesmo quando não há pedestres atravessando pela continuidade da calçada”, disse.

Durante os 20 minutos de produção desta reportagem, mais de dez veículos cruzaram o sinal vermelho na esquina da avenida Professor Henrique da Silva Fontes, sentido Bairro-Centro, com a rua Byron Barcellos. Muitos buzinavam para forçar que os primeiros da fila furassem o semáforo, já que os outros veículos não conseguem acessar a rua por outro ponto.

Por enquanto, o acesso fechado está sinalizado por cones e tubos de concretos. “Decidiu-se fechar definitivamente o acesso ao bairro Santa Mônica feito pela avenida Beira-Mar Norte no sentido Centro-Bairro. Após duas semanas de avaliação, a Diope constatou maior fluidez no tráfego da avenida. Por isso, a partir de agora o acesso ao Santa Mônica será feito pela rótula localizada à frente. Outra opção é utilizar o acesso de quem passa em frente ao shopping”, informou o diretor da Diope, Fabrício Justino.

Ele explicou que o semáforo de acesso à rua Byron Barcellos para quem segue da Beira-Mar Norte, no sentido Bairro-Centro, continuará funcionando e deve ser respeitado em função dos pedestres. Já o canteiro deve ser refeito pela Secretaria de Infraestrutura.

Um dos semáforos foi mantido para auxiliar pedestres - Marco Santiago/ND
Um dos semáforos foi mantido para auxiliar pedestres - Marco Santiago/ND


Obras do “Rapidão” devem ser retomadas em julho

A poucos metros desta alteração no trânsito, as obras do anel viário que servirá de corredor exclusivo para o “Rapidão” continuam paradas desde novembro de 2017, na avenida Professor Henrique da Silva Fontes, entre a Trindade e o Córrego Grande. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Infraestrutura, o processo licitatório está na fase de análise de documentos das empresas interessadas. A expectativa é dar a ordem de serviço para a retomada dos trabalhos em julho.

A construção começou no dia 27 de março do ano passado, pelo consórcio Alves Ribeiro/Conpesa no valor de R$ 37 milhões, e tinha o objetivo de executar sete quilômetros do trevo do Hospital Universitário até o Ticen (Terminal de Integração do Centro) pelo bairro Pantanal. Após o pedido de aditivo de R$ 3,2 milhões pelo consórcio, a prefeitura decidiu rescindir, em comum acordo, o contrato.

Até então, a empresa executou 200 metros da pista de concreto para os ônibus. No terreno da UFSC, do trevo do Córrego Grande até a Eletrosul, o consórcio também concluiu a drenagem e a terraplanagem do terreno. Para a execução de todo o anel viário, a previsão é de R$ 162 milhões, com financiamento da Caixa Econômica Federal.

Acesso está fechado com cones e tubos de concreto - Marco Santiago/ND
Acesso está fechado com cones e tubos de concreto - Marco Santiago/ND

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