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Torcida alvinegra sofre, vibra e comemora no Scarpelli

Cerca de 2 mil torcedores se reuniram no portão 7 do estádio Orlando Scarpelli para acompanhar a decisão, em Chapecó; muita festa no bairro do Estreito

Diogo de Souza
Florianópolis
08/04/2018 às 20H59

Um das poucas frustrações da campanha no estadual 2018 do Figueirense foi o fato de não poder decidir o título dentro da sua casa. Buscando amenizar essa condição, a direção do alvinegro montou uma estrutura no portão sete do estádio Orlando Scarpelli, com um telão e a entrada gratuita. No ambiente, embora um placar final de 2 a 0, o sentimento era de tensão e muito nervosismo, sobretudo, antes do 2º gol - o de Maikon Leite - onde a Chapecoense pressionou muito o Furacão. 

Uma atitude louvável e visionária. Entre os quase dois mil torcedores que compareceram ao local, havia uma opinião unânime sobre o espaço e a ideia de oportunizar um ambiente em comum entre os torcedores que não puderam acompanhar o título in loco. 

Foi o que entendeu Everaldo Garcia, 43 anos, autônomo, que parabenizou a direção e a iniciativa do Furacão do Estreito. “É a minha primeira final com meus filhos no estádio. Por mais que não seja aqui o jogo, foi uma iniciativa legal. Tomara que repitam mais vezes”, parabenizou.

Essa também foi a opinião de Rosângela da Silva, 61 anos, 50 deles dedicados ao futebol – e ao Figueirense, evidentemente – em dez anos da torcida organizada Elas. Rosângela, vestida de alvinegro (e rosa) dos pés a cabeça, profetizou o placar do jogo antes da bola rolar. “Vai ser sofrido, mas vamos ganhar de 2 a 0, pode apostar”, cravou.

Ao final da partida, Rosângela procurou a equipe do ND para ratificar seu placar e seu “pé-quente”: “Eu avisei vocês, né?! Eu conheço muito futebol. Conheço muito o meu Figueirense. Dale, Figueira!”, vibrou.

Integrante da torcida organizada Elas, Rosângela da Silva - Daniel Queiroz/ND
Integrante da torcida organizada Elas, Rosângela da Silva - Daniel Queiroz/ND


Se os torcedores foram para o intervalo em festa, logo após o segundo gol do Maikon Leite, aos 40 minutos do segundo tempo, a euforia tomou conta dos presentes. Cânticos, gritos, copos e cadeiras plásticas para o alto.

“Eu quero dizer duas coisas: parabéns a diretoria do Figueirense pelo espaço cedido ao torcedor. Aqui está minha filha, de dois anos e meio, ela é torcedora do Figueirense e esse é o primeiro título que ela comemora. Será o primeiro de muitos”, projetou Gerson Pereira de Garcia.

Muita festa no bairro do Estreito que começou no intervalo do jogo e adentrou a madrugada em nome da 18ª taça do Catarinense.



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