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Terça-Feira, 20 de Novembro de 2018
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Técnico do Japão se diz devastado e classifica derrota como 'tragédia'

Akira Nishino lamentou levar gol nos acréscimos de Chadli no 3 a 2 para a Bélgica

LANCE!
Rostov-on-Don (RUS)

O Japão vendeu caro a vaga nas quartas de final da Copa do Mundo. Após passar de fase por ter recebido menos cartões amarelos, a seleção asiática levou um gol nos acréscimos e perdeu, de virada, para a Bélgica por 3 a 2. A derrota, do jeito como foi, foi pesada para os nipônicos. O técnico Akira Nishino chegou a ficar sem palavras para descrever o resultado.

- Na Copa do Mundo, talvez seja esse o grande perigo. Nós pressionamos, mas não sei o que faltou para gente. Estávamos brigando de igual para igual. Tínhamos chance de marcar o terceiro. Tivemos posse de bola, controle de jogo e estávamos indo bem. Mas a Bélgica é gigante. Não quero admitir, mas eu sinto que foi uma tragédia. Tenho que aceitar a derrota como um fato - lamentou o treinador, em entrevista coletiva.

O Japão mostrou estar bem fisicamente, apesar de ter levado três gols nos últimos 25 minutos da partida. Para Nishino, a seleção precisa de mais habilidades técnicas e táticas.

- Meus jogadores podem fazer corridas longas ou pequenas. Nossos jogadores são muito fortes. Nós precisamos de habilidades, de táticas. Como vamos passar é mais importante. Foi o mesmo hoje. Mas no primeiro e segundo jogos, o Japão teve que controlar mais a bola e passar mais. Nós não podíamos desperdiçar a bola. Fisicamente, os jogadores foram ótimos.

Bélgica x Japão

Japão chegou a abrir 2 a 0 sobre a Bélgica (Foto: AFP)

O técnico revelou estar devastado com a derrota e contestou até as suas decisões contra a Bélgica.

- Eu estou desapontado e devastado. Poderíamos ter vencido. Vi uma diferença pequena. Talvez tenham sido minhas decisões como técnico. Nós poderíamos ter continuado. Meus jogadores foram muito positivos, melhores que no passado. Eles estavam confiantes. Foi uma boa performance dos nossos jogadores. Eles jogaram mais do que 100%. No entanto, aquela pequena diferença fez a diferença para seguirmos em frente.

Nishino elogiou a entrega dos jogadores contra a Bélgica, mas reconheceu o abismo entre o Japão e as principais seleções do mundo.

- Eu acho que tudo (diferença para a Bélgica), mas não é muito grande também. Queríamos fazer um bom jogo. Lutamos, nos dedicamos para brigar de igual para igual. Tivemos grande esforço, mas ainda temos uma parede para transpor.

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