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Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018
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Presidente do Figueirense repudia atos de violência da torcida e confia em permanência na Série A

Torcedores do Furacão entraram em confronto com a PM após a derrota por 3 a 1 para o Corinthians

Matheus Joffre
Florianópolis

O presidente do Figueirense, Wilfredo Brillinger, repudiou os atos de violência da torcida, que entrou em confronto com a Polícia Militar, após a derrota por 3 a 1 para o Corinthians, neste domingo (27), no Orlando Scarpelli.

Após a partida, parte dos torcedores alvinegros iniciaram um quebra-quebra nas bilheterias e no entorno do estádio. A cavalaria da PM foi acionada e recebida com pedras e garrafas e respondeu com pelo menos três bombas de efeito moral e gás lacrimogênio. 

Divulgação
Wilfredo (centro), disse que aceita protestos pacíficos, mas não os atos de violência 

 

“Acho que pode fazer protesto pacífico, colocar faixa, cobrar da presidência, da comissão, dos atletas, mas tem que parar por aí. Eu apoio qualquer tipo de manifestação, desde que não tenha violência”, ponderou o mandatário alvinegro.

Apesar da situação – o Figueirense está há oito jogos sem vencer, na 18ª posição, na zona de rebaixamento –, Wilfredo acredita na recuperação do Furacão e na permanência na elite. 

“O torcedor está chateado, como eu, os atletas, a comissão técnica. Volto a dizer, a situação é difícil, mas não é desesperadora. Temos mais 30 pontos para disputar, temos confrontos diretos. Perder para o Corinthians não é demérito nenhum. Tem muito campeonato pela frente, esse grupo já provou que pode reverter. Acredito piamente que o Figueirense vai ficar na Série A”, ressaltou Brillinger. 

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