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Presidente do Figueirense celebra novo patamar esportivo e projeta redução das dívidas

Em entrevista ao Notícias do Dia, Cláudio Vernalha fala sobre os planos do time e celebra o troféu do Estadual de 2018

Diogo de Souza
Florianópolis
07/08/2018 às 22H45

Há exatos 366 dias, o Con­selho Deliberativo do Figuei­rense Futebol Clube aprovou e entregou sua gestão exe­cutiva a uma empresa. Essa mudança previa o modelo de gestão por 20 anos – agora 19 – com o presidente e investi­dor Cláudio Vernalha à frente do projeto. Passado um ano desse marco, a avaliação do empresário é positiva. Ele ga­rante ter reduzido o endivida­mento do clube e, desportiva­mente, melhorado a equipe e os resultados nesse intervalo.

Cláudio Vernalha faz balanço dos primeiros 12 meses no Furacão - Luiz Henrique/Divulgação FFC/ND
Cláudio Vernalha faz balanço dos primeiros 12 meses no Furacão - Luiz Henrique/Divulgação FFC/ND


Lá em 7 de agosto de 2017 membros do clube, diretoria, conselho e funcionários tes­temunharam uma promessa arrojada, que incide sobre o patamar do quase centená­rio Figueirense. Por meio de slides, o projeto apresentado vislumbrava a melhora da saúde financeira da agremia­ção e, mais do que isso, títulos de importância nacional e até presença na Copa Libertado­res da América.

O primeiro ano, dentro de campo, sugere como positivo. Milton Cruz na banco de re­servas é um dos treinadores mais longevos das séries A e B do país atualmente, com 61 jogos, 30 vitórias, 18 empates e 13 derrotas - aproveitamen­to total de 59%.

O Alvinegro ainda celebra o acúmulo de mais uma taça na sala de troféus, o Estadual de 2018. No meio do caminho, o imprevisto foi a saída de Alex Bourgeois, gerente exe­cutivo dos primeiros meses do projeto. Ele desistiu por desa­venças com seus pares e Ver­nalha assumiu a “bronca”.

O novo gestor alvinegro tem nos planos, em suas pala­vras, “sanar o clube financeira­mente entre três e cinco anos”. Vernalha também admitiu atrasos salariais referentes a 2017 de funcionários e “alguns atletas que são remanescentes do ano passado”. Segundo ele, o objetivo é “regularizar nos pró­ximos dias”.

Entrevista com Cláudio Vernalha, presidente do Figueirense

Qual a avaliação, de ma­neira prática, desse pri­meiro ano à frente do Fi­gueirense?

Positiva. Estamos conse­guindo diminuir o endivida­mento do clube e aumentar as receitas. Esportivamente também melhoramos mui­to a nossa equipe e os re­sultados.

Situação financeira do clu­be: a relação da situação do cofre há um ano e agora.

Diminuímos o endividamento do clube, os custos tanto com salários quanto com manu­tenção e estamos progressi­vamente aumentando a re­ceita, com novas parcerias e novas práticas de gestão.

Salários do futebol e dos funcionários. Até onde vai ou foi o suposto atraso dos vencimentos?

A CLT [salário] de 2018 está em dia e alguns funcioná­rios ainda têm o salário de dezembro pra receber, assim como alguns atletas que são remanescentes do ano passado. Em 2018 te­mos débitos de direito de imagem [pagamento feito em separado aos salários], que vamos regularizar nos próximos dias.

Qual a relação e participa­ção do ex-presidente Wil­fredo Brillinger junto ao clube.

O Wilfredo não tem mais nenhuma participação no Figueirense desde que re­nunciou à presidência da associação, em março.

Projeção de parcerias e in­vestimentos semelhantes à que viabilizou a chegada de André Santos. Se há e qual é?

No momento não estamos com nenhuma parceria nesse sentido. Caso a par­te técnica veja necessidade de mais um reforço, vamos trabalhar para atender sempre dentro do orçamen­to do clube.

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