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Novo técnico da seleção de vôlei, Renan se consagrou na beira da quadra em Florianópolis

Primeiro título como treinador foi com a Cimed, em 2006, e de lá pra cá ele ganhou muitos outros como gestor esportivo

Diogo Maçaneiro
Florianópolis
13/01/2017 às 20H47

O novo técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Renan dal Zotto, é um velho conhecido do torcedor de Santa Catarina, especialmente Florianópolis. Foi aqui na Capital que ele conquistou um dos principais títulos na carreira, logo nos primeiros passos na função. O título da Superliga Masculina com a Cimed na temporada 2005/2006.

Renan dal Zotto é o novo técnico da seleção brasileira masculina de vôlei - divulgação CBV
Renan dal Zotto é o novo técnico da seleção brasileira masculina de vôlei - divulgação CBV

Anunciado na terça-feira (10) como novo dono do cargo ocupado por Bernardinho há 15 anos, Renan deixou bem claro, em entrevista ao Grupo RIC nesta semana, que não queria assumir a missão. “Todos gostaríamos que ele continuasse”, admitiu. Ele sabe que há um trabalho impecável bem feito e não à toa o Brasil lidera o ranking mundial nos últimos 13 anos.

Renan atuava como gestor na CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) e por este motivo tinha tirado da cabeça a possibilidade de comandar a principal equipe da modalidade no mundo, anseio dele na época de treinador. “Neste momento não. Muito tempo atrás sim, quando era treinador. Quando eu migrei para a área da gestão eu deletei essa ideia da cabeça, mas sempre tive essa ligação com a parte técnica”, argumenta.

Fase esta como treinador que teve o ápice aqui na Capital. “Acabamos sendo tetracampeões brasileiros. Os dois primeiros anos eu era o treinador. Fomos campeões já no primeiro ano. Começou pela superliga D. Subimos, fomos campeões da Superliga A e no ano seguinte vice-campeões”, se recorda. O sucesso lhe rendeu uma passagem pela Europa. “Depois fiz um trabalho na Itália, campeão da Supercopa”, concluiu.

Aos 56 anos de idade, Renan Dal Zotto ocupou, até os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a função de diretor de seleções de quadra da CBV, também é empresário no ramo de finanças e palestrante, mas ficou mesmo conhecido como membro da “geração de prata” vice-campeã olímpica em Los Angeles-1984.

 

Gestor multicampeão

Na função de gestor, Renan também coleciona títulos. Pela Cimed são três títulos da Superliga Nacional (2007/2008, 2008/2009 e 2009/2010). Pela seleção brasileira a marca é ainda mais impressionante. Nos dois últimos anos, as conquistas se multiplicaram. Além do ouro olímpico no Rio de Janeiro e o vice da Liga Mundial com a seleção masculina, ele também esteve nos bastidores na campanha campeã das meninas no Grand Prix.

O disco agora virou e toda a energia que ele investiu no trabalho de direção, vai exigir dos atletas na nova missão. “Vamos ver quem está pronto para começar um novo ciclo e com muita fome de conquistas porque a gente precisa destes garotos com bastante fome e muita energia porque a responsabilidade é muito grande”, espera.

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