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Mesmo com a vitória contra a Chapecoense, torcedores do Avaí lamentam perda do Estadual

Torcida azurra se reuniu para assistir a partida na Toca do Leão, em Florianópolis, na tarde deste domingo

Gustavo Bruning
Florianópolis
07/05/2017 às 20H05

Um clima de decepção em meio à vitória. Foi assim que os torcedores do Avaí passaram o fim da tarde deste domingo (7) na Toca do Leão, após o fim da segunda partida da final do Campeonato Catarinense. Mesmo com a vitória de 1 x 0 contra a Chapecoense, na Arena Condá, em Chapecó, o time azurra entregou o bicampeonato do Estadual para o rival. “É muita tristeza. O time jogou bem, o problema foram os gols que não entraram”, brincou a torcedora Irinaura Borges, 56, frequentadora do tradicional ponto de encontro azurra há seis anos.

>> Chapecoense é bicampeã Catarinense com sexto título da história, na Arena Condá

Irinaura Borges acredita que o Avaí precisa de reformulações - Daniel Queiroz/ND
Irinaura Borges acredita que o Avaí precisa de reformulações - Daniel Queiroz/ND


Mesmo mantendo a fé de infância no Leão da Ilha, Irinaura não poupa as críticas quanto à necessidade de mudanças na equipe para que a situação não se repita no Brasileirão. “Até temos um técnico bom, mas se o Avaí não trouxer jogadores melhores não vai estar pronto para chegar à série A”, afirmou.

A paixão do casal Ana Lúcia Garcia e Adonias Pedro da Silva pelo Avaí foi herdada pelo pequeno Davi - Daniel Queiroz/ND
A paixão do casal Ana Lúcia Garcia e Adonias Pedro da Silva pelo Avaí foi herdada pelo pequeno Davi - Daniel Queiroz/ND


Decepcionado com o resultado, Adonias Pedro da Silva, 40, lamentou a perda do título ao lado da esposa, Ana Lúcia Garcia, 40, e do filho, Davi da Silva Garcia, 6. “Futebol é isso aí. Mesmo assim, o gol do Marquinhos [Santos] foi fundamental e a atuação do [goleiro Mauricio] Kozlinski foi muito boa”, declarou. Questionado sobre o que o Avaí ganhou depois de derrotar a Chape no próprio quintal, Adonias foi claro: “aplausos”. Para o pequeno Davi, que, segundo o pai, saiu da maternidade com a roupa do time, a vitória era garantida. "Ainda quero ver o Avaí jogar na ressacada", comentou.

>> Torcidas, expectativa, lances e bastidores: veja como foi a final do Catarinense entre Chapecoense e Avaí

Apesar das críticas em relação ao time, os torcedores na Toca do Leão tiveram esperança até o último minuto dos acréscimos. Ao fim do primeiro tempo, quando o Avaí já levava vantagem no placar, um grupo de amigas ecoava gritos de apoio aos jogadores.

Pâmella Fernandes ficou abalada por causa da derrota do Avaí no domingo anterior - Daniel Queiroz/ND
Mesmo abalada com a derrota da semana anterior, Pâmella Fernandes (à esq.) comemorou o primeiro gol do Avaí neste domingo - Daniel Queiroz/ND


A pedagoga Pâmella Fernandes, 34, quase foi assistir ao jogo no estádio, mas por causa de um compromisso profissional acabou ficando em Florianópolis. “A derrota da semana passada afetou a minha semana. Nesse sábado (6) eu não consegui nem dormir e comer”, disse. A confiança no Leão, no entanto, é constante. “Avaí é energia. [O time] desperta um sentimento em mim que nenhum outro desperta”, garantiu.

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