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Mais da metade dos campeões mundiais pela França são descendentes de africanos

A miscigenação pode ter reunido tantas características positivas no time na Copa do Mundo

Redação ND
Florianópolis
16/07/2018 às 22H33

É claro que isso não diminuiu o brilho da conquista francesa, pois talvez poucas nações no Mundo sejam tão multiétnicas como a nossa brasileira, mas os dois títulos franceses nas Copas do Mundo têm em comum a diversidade e principalmente a origem dos jogadores.

Dos 23 atletas campeões mundias na Rússia, 14 têm origem ou descendência africana. Outros três são filhos de pais europeus, mas nascidos na França. No caso de Kimpembe, além do pai congolês, a mãe é haitiana.

Não se trata de um time de imigrantes, pois foram seus pais, em maioria, que passaram pelas fronteiras da França. Apenas dois nasceram em outro país: o goleiro Mandanda, na República Democrática do Congo, e o zagueiro Umtiti, em Camarões.

Esse “tempero”, bem conhecido da cultura brasileira, é um dos segredos desse futebol que aliou arte, talento, técnica e disciplina na Rússia.

Tal fenômeno se repete no futebol europeu, principalmente na Inglaterra - que juntamente com os franceses foram os grandes colonizadores na África. Porém, ainda é precoce afirmar que a imigração europeia está menos rígida nos últimos anos.

A origem dos atletas franceses campeões do mundo - Rogério Moreira Jr/Arte/ND
A origem dos atletas franceses campeões do mundo - Rogério Moreira Jr/Arte/ND



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