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Quarta-Feira, 19 de Setembro de 2018
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Guga fala sobre chances de medalha nos Jogos Olímpicos e espera nenhum incidente grave no Rio

Ex-tenista também analisou o grupo da Copa Davis

Daniel Silva
Florianópolis

Guga fez a alegria de cerca de 30 crianças do Projeto Acalinha, da Acali (Academia Catarinense do Livro), que nesta quinta-feira lançou uma coletânea de críticas dos pequenos a clássicos da literatura. O ex-tenista distribuiu autógrafos e posou para fotos com os novos escritores no Beiramar Shopping e atendeu o jornal Notícias do Dia para falar sobre Olimpíada.

Número um do mundo em 2000, o manezinho ficou nas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Sydney, na Austrália. Esperançoso com as chances de medalha dos brasileiros, Guga acredita que a Rio 2016 ocorrerá sem grandes problemas. 

Eduardo Valente/ND
Guga conversa com as crianças autoras do livro Acalinha 


Thomaz Bellucci corre por fora na disputa por uma medalha nos Jogos Olímpicos. O atual número 62 do ranking da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais) terá de bater nomes como Roger Federer e Rafael Nadal, confirmados na disputa. A chance de subir no pódio, segundo Guga, é maior com a dupla formada por Marcelo Melo e Bruno Soares, uma das melhores do mundo.

“Medalha no individual seria surpresa, a Teliana (Pereira) ou o Thomaz. Qualquer rodada avançada tem de ser celebrada. É legar ver o Brasil novamente com chance de uma medalha olímpica. O Marcelo e o Bruno normalmente performam bem. A torcida pode fazer muita diferença. Todo mundo quer ganhar, tem pelo menos dez duplas bem preparadas”, disse. 

Guga lamentou o momento de instabilidade política que vive o país e espera que nada grave aconteça em termos de segurança durante os Jogos. Para o ex-tenista, cotado para acender a pira no Rio de Janeiro, o governo não aproveitou o momento para fazer o país crescer, não só em infraestrutura.

“A grande torcida é para que não ocorra nenhum problema mais grave. Problemas pequenos acontecerão, é a nossa rotina, acontece no dia a dia de todos os brasileiros. Termina a Olimpíada e a cidade fica, ficam essas dificuldades que o Brasil vive. Foi um desperdício não oportunizar outras virtudes para o nosso país ter uma realidade diferente”, comentou. 

Favoritismo na Copa Davis 

Entre os dias 15 e 17, o Brasil enfrenta o Equador pela Copa Davis, na Arena Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte. O melhor do ranking de simples do adversário está na 277ª posição (Emilio Gomez) e o melhor de duplas é o 443º (Gonzalo Escobar). Apesar de Melo e Soares estarem entre os dez melhores nas duplas, Guga disse que o favoritismo só será confirmado dentro da quadra.

“As chances são excelentes de voltar para a elite (Grupo Mundial). Na teoria eles não terão grandes dificuldades, mas estamos cansados de saber que o esporte é decidido na hora do jogo. É treinar duro e se preparar bem”, afirmou. Melo e Soares, que estão entre os dez melhores do ranking, jogam em casa.

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