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Goleiro Alisson garante foco total da seleção no título da Copa América 2019

Competição ocorre apenas daqui a sete meses, mas planejamento da comissão técnica tem como desafio conquistar o troféu em casa

Redação ND
Florianópolis
12/11/2018 às 18H42

O goleiro Alisson garantiu nesta segunda-feira que a seleção brasileira já está focada na busca pelo título da Copa América, que será disputada somente daqui a sete meses. A atenção especial ao competição se deve ao fato de o time nacional jogar em casa e também devido à campanha abaixo do esperado na Copa do Mundo da Rússia. "Já está no nosso discurso no vestiário, é nosso principal objetivo no momento", assegurou o goleiro do Liverpool, em Londres. O grupo se concentra na capital londrina desde a noite de domingo, quando começaram a se apresentar os primeiros jogadores, para os dois últimos amistosos do ano. 

Alisson Becker é o muso da Copa da Rússia - Lucas Figueiredo/CBF
Alisson Becker é remanescente da Copa da Rússia - Lucas Figueiredo/CBF


Alisson admitiu que o troféu da Copa América vai ajudar a recuperar a confiança da seleção, eliminada nas quartas de final do Mundial da Rússia pela Bélgica. "Desenvolvemos um trabalho muito bom até a Copa do Mundo e também durante a competição, mas nossa confiança tem que seguir e um título seria muito importante." 

Por isso, todos os treinos e amistosos a partir de agora terão como objetivo a conquista do torneio em casa, entre 14 de junho e 7 de julho do próximo ano. "O pensamento é se preparar da melhor maneira para que todos os jogadores alcancem o auge em seus clubes e na seleção. Claro que não será fácil, mas seria importante dar essa alegria ao torcedor. Muitos jogadores ainda não têm um título com a camisa da seleção."

Em entrevista coletiva nesta segunda, Alisson assegurou também o empenho do time em campo nestes amistosos, contra Uruguai e Camarões, apesar da ausência de rivais de maior peso nos últimos jogos da seleção. Desde o fim da Copa, a seleção enfrentou adversários como Estados Unidos, El Salvador, Arábia Saudita e Argentina, sem alguns dos seus principais craques. 

"O jogador da seleção brasileira quer estar aqui, em alto nível, e trabalhar sempre da mesma maneira", disse o goleiro, que minimizou a diferença técnica entre as seleções. "O futebol está muito parelho fisicamente, em trabalho e dedicação. Respeitamos todos os adversários, independentemente do tamanho. Entramos da mesma maneira contra França, Itália, El Salvador."

O primeiro duelo será contra os uruguaios nesta sexta, às 18 horas (horário de Brasília), no Emirates Stadium, em Londres. E Alisson já se diz mais à vontade nos gramados ingleses. Há duas semanas esteve no estádio do Arsenal, que receberá o duelo desta sexta. 

"Vou me sentir mais em casa por ser o país da minha liga. É um fator positivo. Joguei no Emirates há duas semanas, é um estádio lindo e com gramado excelente, perfeito para fazer o que mais gostamos", declarou Alisson.

O jogador vê semelhanças entre o clube inglês e a seleção, principalmente em relação ao trabalho da defesa. "Tenho que estar sempre muito bem concentrado. O Liverpool é uma equipe que trabalha muito forte na defesa e cede poucas chances. Às vezes são dois ou três chutes. Então são três intervenções diretas que tenho. É diferente de quando vêm 10 ou 15 bolas, e você exigido o tempo todo. Na Seleção é a mesma coisa, temos uma equipe que cede poucas chances ao adversário."

Depois do clássico sul-americano com o Uruguai, a seleção brasileira vai encarar Camarões na terça da próxima semana, na cidade de Milton Keynes, também na Inglaterra.

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