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Final do Catarinense Sub-12 de Basquete ocorre em Florianópolis sob olhares de Magic Paula

Ex-jogadora da seleção brasileira acompanha quadrangular decisivo no Rozendo Lima e elogia trabalho de base feito em SC: "Não tem igual no Brasil"

Matheus Joffre
Florianópolis
27/10/2017 às 11H58

As equipes que disputarão o quadrangular final do Campeonato Catarinense Sub-12 de Basquete, nos naipes masculino e feminino, neste fim de semana, no Ginásio Rozendo Lima, em Florianópolis, terão um motivo a mais para se doar em quadra: a presença da ex-jogadora da seleção brasileira Magic Paula, campeã Mundial em 1994 e medalha de prata na Olimpíada de Atlanta 1996.

Magic Paula acompanhará o quadrangular final do Catarinense de Basquete Sub-12 - Flávio Tin/ND
Magic Paula acompanhará o quadrangular final do Catarinense de Basquete Sub-12 - Flávio Tin/ND


A convite da Federação Catarinense de Basketball, a ex-atleta, que há 13 anos comanda o Instituto Passe de Mágica, no Estado de São Paulo, acompanhará os jogos no Rozendão e realizará a premiação da categoria. “Fiquei muito feliz quando recebi o convite do Oscar [Archer, presidente da FCB]. Porque temos a mesma a filosofia, de trabalhar com a criançada. Não tem nenhum trabalho de base forte como esse no Brasil inteiro, nem em São Paulo”, afirmou.

Em um momento em que o basquete brasileiro vive sua pior fase – fora dos Jogos Pan-Americanos pela primeira vez na história no masculino e fora do Mundial pela primeira vez em 58 anos no feminino –, Paula acredita que o trabalho de base é fundamental para uma renovação. “A gente vem amargando gestões terríveis, mesmo na nossa época não era diferente, só que a gente tinha talento, brigava pelo o que queria. Assumiu uma nova gestão em março, pegou a Confederação totalmente desestruturada financeiramente e sem um trabalho de base. E agora isso requer um tempo”, avaliou.

Além do título mundial e da prata em Atlanta, Paula também conquistou o Pan-Americano em 1991, contra as cubanas donas da casa e foi homenageada por Fidel Castro. “O Pan não foi o título mais importante, mas com certeza foi o que mais marcou”, destacou.

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