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Figueirense volta a tropeçar em casa e continua afundado na zona do rebaixamento

Em dia de estreias e a apresentação do seu maior ídolo, Furacão do Estreito não passa de um empate contra o Goiás e cai para a 18ª colocação

Diogo de Souza
Florianópolis
14/08/2017 às 01H34

O Figueirense voltou a tropeçar neste sábado (12) na Série B do Campeonato Brasileiro. Embora rodeado de novidades, o Furacão do Estreito não aproveitou, mais uma vez, o fator casa e só empatou com o Goiás, em 1 x 1. Com o empate o Figueira caiu uma posição em relação ao começo da rodada e agora ocupa o 18º lugar, com 21 pontos. A nova chance de sair da Zona Maldita está marcada para próxima terça-feira (15) contra o lanterna Náutico, em Pernambuco, às 21h30. O Goiás caiu para o 15º lugar, com 24 pontos. Na próxima rodada recebe o líder América-MG, em Goiânia, no Estádio Olímpico.

Ingredientes não faltavam para um recomeço do Figueirense no jogo que marcou o pontapé no returno da Série B. Além da parceria firmada na segunda-feira (7), o Furacão contava com a estreia de Milton Cruz no comando da equipe, agora, sob a "benção" do ídolo Fernandes – que teve anunciado seu retorno ao Furacão nessa sexta-feira (11). Uma novidade de última hora deu um tempero a mais nesse dia de retomada: o atacante Robinho, melhor jogador da equipe ao longo do ano pediu dispensa da concentração para acertar sua ida ao Rio de Janeiro assinar contrato com o Fluminense.

Dentro de campo, um primeiro tempo digno de Série B: muitos passes errados e poucos lances de ataque. O forte vento que soprava no Orlando Scarpelli claramente influenciou no desempenho das duas equipes que foram para o intervalo com muito a melhorar.

O segundo tempo, no entanto, parecia outro confronto. O técnico Milton Cruz promoveu a estreia de Lucas Silva, contratado à época de Marcelo Cabo, que ajudou a mudar, ao menos, a postura do Figueira em campo. O primeiro gol, no entanto, foi do clube esmeraldino. Aos 12 minutos, Carlos Eduardo recebeu lindo lançamento do volante Victor Bolt, aproveitou uma linha de impedimento equivocada da defesa do Figueira, entrou na cara do goleiro Saulo e bateu no canto esquerdo, sem chances.

O gol expôs a ansiedade dos jogadores do Figueirense que achou um pênalti no seu pior momento na partida: Henan recebeu uma bola espirrada do meio-campo do Figueira e tocou por cobertura do goleiro Marcelo Rangel que atropelou o atacante. Pênalti marcado pelo carioca Bruno Arleu de Araújo. Zé Eduardo foi para cobrança, bateu forte no ângulo direito do goleiro Marcelo Rangel, que até pulou na bola, mas não achou nada. 1 x 1.

O jogo continuou intenso e ambas equipes perderam, pelo menos, duas chances claras. O placar, no entanto, foi inalterado. Gosto amargo para os dois times que, inicialmente eram candidatos ao acesso e hoje lutam contra o fantasma da Série C.

Ficha Técnica:

Figueirense 1 x 1 Goiás

Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC. Arbitragem: Bruno Arleu de Araújo, auxiliado por Luiz Antonio Muniz de Oliveira e Gabriel Conti Viana, todos do Rio de Janeiro.

Figueirense: Saulo; Ferrugem (Dudu Vieira), Bruno Alves, Leandro Almeida e Iago (Lucas Silva); Patrick, Zé Antônio, Juliano e Renan Mota (Luidy); Zé Eduardo e Henan. Técnico: Milton Cruz

Goiás: Marcelo Rangel, Pedro Bambu, David Duarte, Alex Alves e Carlinhos; Willians, Victor Bolt (Péricles), Ramires e Andrezinho (Tiago Luis); Carlos Eduardo e Gustavo (Aylon). Técnico: Argel Fucks

Gols: Zé Eduardo, aos 27 do 2º tempo; Carlos Eduardo, aos 12 min do 2º tempo.

Amarelos: Renan Mota, Juliano (F); Marcelo Rangel, Pedro Bambu e Alex Alves (G)

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