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Figueirense esbarra na marcação do Brasil, só empata e volta a tropeçar no Scarpelli

Furacão saiu atrás, buscou o empate, mas parou na boa marcação adversária e na falta de efetividade do seu ataque

Diogo de Souza
Florianópolis
24/08/2018 às 21H49

O Figueirense só empatou em 1 a 1 com o Brasil, em mais um tropeço diante do torcedor. Com o empate o time subiu para 6ª posição, com 34 pontos, mas poderá perder espaço na tabela com o complemento da rodada. O Brasil, que comemorou o resultado, segue afundado na zona do rebaixamento, agora, com 25 pontos. 

A chuva que caiu de maneira ininterrupta em Florianópolis, ao longo da sexta-feira, naturalmente se desenhou como um ingrediente a mais na partida entre o alvinegro e o xavante. O cronômetro mal começou a girar quando o árbitro Paulo Roberto Alves Júnior, do Paraná, apitou a primeira falta.

Aquele lance, de alguma forma, resumiu os primeiros 45 minutos de jogo. Com gramado encharcado, o jogo do Figueirense, marcado pela bola no chão, foi fortemente prejudicado. O Brasil, adepto da bola área, tirou vantagem. O time de Pelotas acumulou seis escanteios na primeira etapa, além de seis chutes perigosos no gol defendido por Denis.

O alvinegro demorou a se encontrar em campo. Foram duas chances, depois dos 25, nos pés do meia Felipe Amorim. Uma após cobrança de falta de João Paulo e outra, depois de jogada individual, com chute forte a esquerda de Marcelo Pitol.

O time visitante, no entanto, foi premiado antes. Aos 38’, Alex Ruan, ex-Joinville, bateu falta do lado direito de ataque e encontrou o zagueiro – ex-Figueira – Nirley que cabeceou no travessão. No rebote o volante Zé Augusto mandou para o gol vazio. 1 a 0 Brasil.

O empate veio antes das vaias no Scarpelli. Gustavo Ferrareis pegou uma bola na esquerda de ataque, passou por três marcadores e rolou para Felipe Amorim, de primeira, mandar na buchecha esquerda da rede de Marcelo Pitol. Empate do Furacão.

O Figueirense voltou um pouco melhor do intervalo. O time do técnico Milton Cruz conseguiu tirar proveito da postura dos pelotinos que recuaram suas linhas. Sem bater nenhum escanteio nos primeiros 45, acumulou quatro em 20 minutos do segundo.

O que era volume virou pressão. Ferrareis errou o cruzamento e a bola lambeu o travessão, aos 19. Um minuto depois, cruzamento dentro da área do Xavante e a bola sobrou para Pereira, dentro da pequena área, mas acabou sendo bloqueado na hora do chute.

Milton Cruz lançou Betinho e André Luis nas vagas de Ferrareis – machucado – e Pereira. A pressão aumentou ainda mais. Em dois minutos foram duas chances de gol, um escanteio e uma bola no travessão.

A pressão, além de não ter sido convertida em gol, murchou. O Brasil, encolhido, controlou o Furacão que parou na marcação xavante. 

O Figueirense, a partir de agora, começa a respirar o maior clássico de Santa Catarina. No próximo sábado o time de Milton Cruz encara o Avaí, no estádio da Ressacada, às 16h30. O Brasil, bem antes disso, abre a rodada já nesta segunda-feira, em Pelotas, contra o Coritiba.

Ficha técnica:

Figueirense: Denis; Matheus Ribeiro (Maikon Leite), Nogueira, Eduardo e João Paulo; Zé Antônio, Pereira (Betinho), Ferrareis (André Luis), Felipe Amorim e Juninho; Elton. Técnico: Milton Cruz.

Brasil: Marcelo Pitol; Rafael Vitor, Nirley, Héverton e Alex Ruan; Zé Augusto, Gilson e Pereira (Valdemir); Tiago Cametá, Léo Bahia (Welington Júnior) e Lourency (Michel). Técnico: Gilmar Dal Pozzo.

Gols: Zé Augusto (38/1ºT), Felipe Amorim (40/1ºT);

Cartões amarelos: Nogueira, Pereira(FIG); Héverton, Alex Ruan, Léo Bahia (BRA)

Arbitragem: Paulo Roberto Alves Junior (PR); Luiz Souza Santos Renesto (PR) e Luciano Roggenbaum (PR)

Local: estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC). Data: 24/08/18.

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