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"Figueirense é minha vida", vibra a torcedora ao falar do Furacão e seus 97 anos

Elsa Maria Di Bernardi fala da paixão pelo Furacão e tanto tempo dedicado ao clube; torcedores comemoram o time e exaltam os preços promocionais em dia de Série B e de aniversário

Diogo de Souza
Florianópolis
11/06/2018 às 21H47
Elsa Maria Di Bernardi, torcedora do Figueirense e frequentadora do bairro do Estreito há mais de 50 anos - Marco Santiago/ND
Elsa Maria Di Bernardi, torcedora do Figueirense e frequentadora do bairro do Estreito há mais de 50 anos - Marco Santiago/ND


“O Figueirense é minha vida”, revelou, com os olhos marejados, Elsa Maria Di Bernardi, 73 anos, mais de cinquenta anos dedicados ao Furacão. Elsa, que já passou pelas salas mais restritas do alvinegro, hoje cuida da capela em anexo ao estádio Orlando Scarpelli. A torcedora ainda revela orações em nome da integridade física dos atletas e vive a expectativa de prestigiar – e principalmente presenciar – o centenário do clube, em 2020.

“É muito bonito [o Figueirense] e eu estou esperando que chegue o ano do centenário. O Figueirense representa muito em minha vida e nossas vidas”, afirmou sob a sombra de uma figueira, localizada próxima à sede administrativa do clube, acesso pelo portão dois.

Ao falar no coletivo, Elsa, referia-se à turma de antigos torcedores do Figueirense que frequentam o clube diariamente para confraternizar e testar a sorte em disputas de dominó e cartas.

Apesar de frequente, a cena ilustra um pouco do clima festivo no bairro do Estreito já que, nessa semana, completa 97 anos de história. O clube, além de “soprar as velas” no mesmo dia em que entra em campo (12), prevê uma série de atrações para o torcedor.

Na última vez em que o clube disputou uma partida oficial no mesmo dia do seu aniversário, deu muita sorte. De acordo com informações colhidas junto ao memorial do Figueirense, o alvinegro vibrou pela data e pelos três pontos, em partida válida pela Série A, em 12 de junho de 2016, em jogo contra o Flamengo. Na ocasião o jogo terminou 1 a 0 para o Furacão, gol do centroavante Rafael Moura aos olhares de mais de 10 mil pessoas no Orlando Scarpelli.

Essa conjunção de fatores estará à prova para o mecânico Diego Fernandes, 31 anos, que celebrou a oportunidade de ir assistir a um jogo do seu time do coração na companhia dos seus familiares. “Para mim é uma alegria porque a gente sempre quis torcer por um time aqui e o Figueira que abraçou nosso coração. Para nós é a maior felicidade a família reunida aqui dentro”, ressaltou com o ingresso na mão e apontando para o estádio.

Diego lembrou a necessidade de ter, em mais oportunidades, a possibilidade de pagar o ingresso em um valor mais em conta. “Tem que acontecer mais para motivar a torcida. Essa promoção traz a família, incentiva todo mundo. Tem que acontecer mais, não só quando o time está mal ou quando é aniversário”, brincou o torcedor.

Família adquirindo ingressos para o jogo contra o Sampaio Correa, pela Série B - Marco Santiago/ND
Família adquirindo ingressos para o jogo contra o Sampaio Correa, pela Série B - Marco Santiago/ND



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