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Sábado, 17 de Novembro de 2018
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Copa RIC Interligas reúne os craques do futebol amador

Competição tem início nesse fim de semana

Daniel Silva
Florianópolis

O futebol amador da Grande Florianópolis reúne os clubes mais organizados e com maior poder financeiro de Santa Catarina. Os craques são disputados a tapa e não é difícil ver um jogador trocando um time por outro da mesma cidade por dinheiro. Alguns atletas chegam a ganhar até R$ 8 mil para atuar em campeonato municipal. Esse é o cenário da Copa RIC Interligas, que começa nesse fim de semana com seis partidas. Os 12 melhores times da região (Florianópolis, São José, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz e Biguaçu) brigam por uma vaga no Estadual.

 

Marco Santiago/ND
BAC é o atual campeão da Copa RIC Interligas, em cima do Avante

 

Realizada desde 2001, a Copa RIC Interligas, rebatizada com esse nome em 2011, tem o atualmente inativo Ajax, de Florianópolis, como maior vencedor – com três títulos. Apenas dois campeões participam da edição de 2014: BAC (Conquistou em 2010 e 2013) e Unidos MRS (2012). O diferencial desse ano, além do equilíbrio das partidas, será o aspecto disciplinar. “Tivemos punições fortes na final do Estadual do ano passado. Os jogadores serão cautelosos. Antes de começar tenho certeza de que a Copa RIC Interligas será muito equilibrada. Pela primeira vez não temos um favorito”, disse o presidente da LJF (Liga Josefense de Futebol), Orivaldo Leal, que organiza a competição nos últimos três anos.

Outro destaque desse torneio será a cobertura do Grupo RIC, patrocinador da Copa RIC Interligas. Estão previstas transmissão da Rádio Record 1470 AM a partir das semifinais. Os torcedores poderão acompanhar as finais na RIC TV, em maio, além das informações sobre as rodadas no jornal Notícias do Dia. “Essa cobertura mexe muito com os jogadores. O apoio da RIC é muito importante para dar visibilidade ao futebol amador. Será uma grande competição”, afirmou Leal.

Renovado, BAC tenta o tri

Atual campeão, o BAC tem dois desfalques importantes para a Copa RIC Interligas. O treinador Márcio Luz não renovou e acertou com o Avante, vice em 2013. A outra baixa é do atacante Kleyffer, suspenso por 300 dias por supostamente ter cuspido no árbitro da final do Estadual do ano passado. A reformulação no clube começa no banco de reservas. O técnico Sérgio Coan, de apenas 29 anos, terá de superar toda a desconfiança para levar o BAC ao tri. “Tenho identidade com o clube e respaldo do presidente. Estou de coração aberto e faço o que acho que é certo para o BAC. Nós temos plenas condições de sermos campeões”, disse Coan.

Ex-jogador do clube, Serginho, como é chamado na cidade, lamenta o desfalque de Kleyffer, um dos grandes craques do futebol amador da Grande Florianópolis. Sem o atacante, a esperança do BAC é o atacante Jean, quatro vezes artilheiros da Liga de Biguaçu. O técnico também fala como é lidar com os atletas. “O Kleyffer é fora da média, nossa válvula de escape e sempre jogou no BAC. Jogador amador é pior do que o profissional às vezes, não quer ficar no banco, faz cara feia. A boleirada não é fácil. É uma situação diferente”, comentou.

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